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Nogueira c/história de StªEugénia
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José Nogueira dos Reis

História

 História Ciências auxiliares da História. 2. Paleografia, Papirologia, Epigrafia e Codicologia PALEOGRAFIA.A paleografia é a ciência das antigas escritas, da sua forma, decifração e toda a sua estrutura. Os primeiros escritos surgiram cerca de 3000 a C., tanto na Mesopotâmia como no vale do Nilo. Nas escritas primitivas os caracteres correspondiam a palavras, sílabas ou consoantes; aos Fenícios se deve a primeira escrita alfabética, que os Gregos aperfeiçoaram incluindo-lhe vogais. Os alfabetos gregos constituíram os padrões de base para as escritas bizantina e cirílica (búlgara, sérvia e nissa) na Europa Oriental, e na Europa Ocidental para a escrita latina, donde, por sua vez, derivam todas as escritas ocidentais até à actualidade. Dos alfabetos puramente consonânticos derivaram a escrita árabe e a escrita hebraica. Exigências de organização científica determinam disciplinas especializadas para as escritas orientais; para o historiador europeu apenas interessam no estudo das fontes as paleografias latina, grega, árabe e hebraica. O desenvolvimento das diversas formas da escrita latina (entre elas a gótica) deixa entrever mútua influência das escritas librária e corrente. As escritas librárias (corresponde-lhes desde o começo dos tempos modernos a escrita impressa) devem ser quanto possível agradáveis à vista, regulares e facilmente legíveis; na escrita corrente, ou cursiva, adaptada ao uso quotidiano, importa principalmente uma forma rápida e cómoda (na escrita impressa o cursivo aparece em itálico - antiqua). As ligaduras ou nexos (linhas de ligação entre as letras) e as abreviaturas encontram-se mais frequentemente, como é natural, nas escritas cursivas. Maiúsculas chamam-se as escritas com letras da mesma altura (traçáveis entre duas linhas paralelas). Minúsculas são as escritas cujas letras apresentam por vezes traços que vão acima ou abaixo das duas linhas (traçáveis entre quatro linhas paralelas). O facto de os humanistas italianos terem dado à minúscula carolina o sobrenome de "antiqua" rb

Ciências auxiliares da História.

 

2. Paleografia, Papirologia, Epigrafia e Codicologia

 

PALEOGRAFIA.

A paleografia é a ciência das antigas escritas, da sua forma, decifração e toda a sua estrutura. Os primeiros escritos surgiram cerca de 3000 a C., tanto na Mesopotâmia como no vale do Nilo. Nas escritas primitivas os caracteres correspondiam a palavras, sílabas ou consoantes; aos Fenícios se deve a primeira escrita alfabética, que os Gregos aperfeiçoaram incluindo-lhe vogais. Os alfabetos gregos constituíram os padrões de base para as escritas bizantina e cirílica (búlgara, sérvia e nissa) na Europa Oriental, e na Europa Ocidental para a escrita latina, donde, por sua vez, derivam todas as escritas ocidentais até à actualidade. Dos alfabetos puramente consonânticos derivaram a escrita árabe e a escrita hebraica.

Exigências de organização científica determinam disciplinas especializadas para as escritas orientais; para o historiador europeu apenas interessam no estudo das fontes as paleografias latina, grega, árabe e hebraica.

O desenvolvimento das diversas formas da escrita latina (entre elas a gótica) deixa entrever mútua influência das escritas librária e corrente. As escritas librárias (corresponde-lhes desde o começo dos tempos modernos a escrita impressa) devem ser quanto possível agradáveis à vista, regulares e facilmente legíveis; na escrita corrente, ou cursiva, adaptada ao uso quotidiano, importa principalmente uma forma rápida e cómoda (na escrita impressa o cursivo aparece em itálico - antiqua). As ligaduras ou nexos (linhas de ligação entre as letras) e as abreviaturas encontram-se mais frequentemente, como é natural, nas escritas cursivas.

Maiúsculas chamam-se as escritas com letras da mesma altura (traçáveis entre duas linhas paralelas). Minúsculas são as escritas cujas letras apresentam por vezes traços que vão acima ou abaixo das duas linhas (traçáveis entre quatro linhas paralelas).

O facto de os humanistas italianos terem dado à minúscula carolina o sobrenome de «antiqua» resultou do desejo de regressar à escrita romana e do erro de julgar que nessa letra se tinha escrito a maioria dos textos romanos que chegou até nós. A letra «antiqua» foi, nos séculos que se seguiram, adoptada em todos os países da Europa Ocidental (o último, a Alemanha, em 1942) e é actualmente a escrita mais divulgada no mundo. (As formas «góticas» ou «alemãs» da escrita latina prevalecem na escrita decorativa).

Como material suporte da escrita, o papel só é conhecido na Europa a partir do século XIII. Ao longo de processo lento que se estendeu até à actualidade foi substituindo o antigo pergaminho; Por sua vez este desalojara o papiro desde o inicio da Alta Idade Média, determinando simultaneamente o abandono dos rolos (de papiro) em favor dos códices encadernados (de pergaminho e depois de papel) até à forma de livro que usamos hoje.

 

PAPIROLOGIA.

O papiro foi no antigo mundo mediterrâneo o material de escrita mais utilizado, datando os últimos papiros conhecidos do século X. Extraído da medula da planta do papiro, cultivada principalmente no Egipto, nele se escrevia com tinta e cálamo (pena de junco). Infelizmente os papiros depressa se estragam; os que chegaram até nós provêm sobretudo do solo árido do Egipto. O estudo particular dos papiros levou no século XIX à formação da Papirologia como disciplina independente, que não se limita, no entanto, à conservação e leitura dos papiros, mas também à sua interpretação.

 

EPIGRAFIA.

Em todas as épocas se utilizaram também para suporte da escrita matérias sólidas como a madeira, a pedra e o metal. As inscrições não propriamente escritas, mas incisas ou gravadas, constituem o objecto da epigrafia. Esta ciência alcançou lugar de particular relevo principalmente no estudo da Antiguidade (sobretudo greco-latina). A epigrafia tem reunido vasto material de fontes, não só para a história social, económica e administrativa, mas também para determinadas fases da história política sobre as quais a historiografia antiga nada nos diz. Novas descobertas a cada passo vão alargando essas fontes, que um trabalho minucioso de interpretação torna extraordinariamente úteis. Reúnem-se desde o Humanismo Ciríaco de Ancona (1391-1450) foi chamado o Pai da Epigrafia inscrições antigas; a sua publicação sistemática em grandes «corpora» começou no século XIX com A. Boeckh (1785-1867), Th. Mommsen (1817-1901) e outros. No que respeita à Idade Média, a epigrafia está ainda nos começos e quanto aos tempos modernos podemos dizer que mal se esboça

 

CODICOLOGIA (BIBLIOLOGIA).

É, em correspondência com a papirologia e a epigrafia, o conceito que abrange a ciência dos documentos manuscritos ou impressos, tanto de pergaminho como de papel, encadernados em livro (códice).


História
Enciclopédia Meridiano // Fischer, vol. 3
págs. 56 a 58

José Nogueira dos Reis

 

José Nogueira dos Reis

 História Ciências auxiliares da História. 3. Diplomática, cronologia e esfragística. DIPLOMÁTICA.É a ciência crítica dos diplomas - em sentido rigorosamente jurídico - e das suas formas. Por diploma entende-se todo o "escrito autêntico exarado de acordo com determinadas regras e versando assuntos de carácter jurídico. Entre os diplomas podem distinguir-se: 1. Segundo a relação com o respectivo acto jurídico: os testemunhos (notícia, breve memorativum), que atestam um acto jurídico encerrado e probatório, e as cartas (epístola, carta), que originam um acto jurídico. 2.De acordo com o autor do diploma: documentos régios, papais ou particulares. (Esta última designação é de certo modo confusa, pois também pode abranger diplomas feitos por príncipes, bispos, particulares, etc.) 3.De acordo com a duração do seu conteúdo jurídico: diplomas, preceitos, privilégios, isto é, decretos especialmente importantes de forma solene e os mandatos (cartas), muito menos complicados, de carácter administrativo e efeito temporário (rescritos, litterae), de importância transitória. 4.De acordo com a forma como foram transmitidos: minutas, originais, cópias autênticas e cópias simples, dos quais só os originais são diplomas em sentido jurídico ao passo que as cópias pertencem já à categoria dos documentos diversos. Estas classificações são bem mais numerosas e complexas do que aqui se deixa entrever: não se menciona a classificação quanto ao modo de apresentação (cartas patentes, cartas fechadas), a classificação em actos probatórios e actos dispositivos, em diplomas de chancelaria e não de chancelaria; nem se faz referência ao problema das diferenças de terminologia de país para país. Os documentos medievais apresentam em regra a seguinte forma: 1. Protocolo inicial: invocatio (invocação de carácter religioso), intitulatio e fórmula de submissão (subscrição - indicação do autor e seus títulos), inscriptio (endereço - indicação do destinatário), salutatio (saudação). 2. Texto: prologus ou arenga (preâmbulo - motivaçãb

 

História

Ciências auxiliares da História.

 

3. Diplomática, cronologia  e esfragística.

 

DIPLOMÁTICA.

É a ciência crítica dos diplomas em sentido rigorosamente jurídico e das suas formas. Por diploma entende-se todo o «escrito autêntico exarado de acordo com determinadas regras e versando assuntos de carácter jurídico. Entre os diplomas podem distinguir-se:

1. Segundo a relação com o respectivo acto jurídico:

os testemunhos (notícia, breve memorativum), que atestam um acto jurídico encerrado e probatório, e as cartas (epístola, carta), que originam um acto jurídico.

2.         De acordo com o autor do diploma: documentos régios, papais ou particulares. (Esta última designação é de certo modo confusa, pois também pode abranger diplomas feitos por príncipes, bispos, particulares, etc.)

3.         De acordo com a duração do seu conteúdo jurídico:

diplomas, preceitos, privilégios, isto é, decretos especialmente importantes de forma solene e os mandatos (cartas), muito menos complicados, de carácter administrativo e efeito temporário (rescritos, litterae), de importância transitória.

4.         De acordo com a forma como foram transmitidos:

minutas, originais, cópias autênticas e cópias simples, dos quais só os originais são diplomas em sentido jurídico ao passo que as cópias pertencem já à categoria dos documentos diversos. Estas classificações são bem mais numerosas e complexas do que aqui se deixa entrever: não se menciona a classificação quanto ao modo de apresentação (cartas patentes, cartas fechadas), a classificação em actos probatórios e actos dispositivos, em diplomas de chancelaria e não de chancelaria; nem se faz referência ao problema das diferenças de terminologia de país para país.

Os documentos medievais apresentam em regra a seguinte forma: 

1. Protocolo inicial: invocatio (invocação de carácter religioso), intitulatio e fórmula de submissão (subscrição - indicação do autor e seus títulos), inscriptio (endereço - indicação do destinatário), salutatio (saudação). 

2. Texto: prologus ou arenga (preâmbulo - motivação geral), notificatio, promulgatio ou publicatio (notificação), narratio (narração - relato das circunstâncias), dispositio (dispositivo - declaração de vontade própria, conteúdo material do acto jurídico), sanctio (fórmula penal, ameaça de castigo por transgressão), corroboratio (indicação de certificados comprovativos da autenticidade do documento). 

3. Escatocolo ou protocolo final: subscriptiones (sinais ou assinaturas do autor e das testemunhas), data (indicação do dia e do lugar), apprecatio (bênção).

Tarefa importante da diplomática, e razão da sua origem, é a identificação das falsificações. Convém distinguir entre falsificações parciais por acrescento ou supressão (interpolações positivas ou negativas) e falsificações integrais (entre as mais famosas mencione-se a doação de Constantino, que data do século VIlI e pretende ser de 370).

 

NUMISMÁTICA.

Existente desde a época do Humanismo, ao mesmo tempo que os gabinetes de moedas de grandes coleccionadores (por exemplo, Cósimo de Médicis, 1398 - 1464), que a ela se dedicaram mais como passatempo do que como ciência, só no século XVIII (J. H. Eckhell, 1737-98) se organizou cientificamente. O seu objecto consiste, por um lado, nas moedas cunhadas, divididas em moeda-ouro ou moeda corrente (valor real igual ao valor nominal) e moeda de crédito (valor real inferior ao valor nominal); por outro, nas unidades não cunhadas, ou moeda de conta, como, por exemplo, o soldo, o marco, a lira antes do século XIV. (Na moderna economia política estes conceitos mudaram ligeiramente de sentido.)

A numismática tem enriquecido muito o nosso conhecimento de certas épocas, tanto da Antiguidade como da Alta Idade Média, que poucos documentos nos deixaram. Pelas moedas, local onde foram encontradas e objectos que as

acompanhavam podem tirar-se importantes conclusões para a história económica (alargamento e aspectos do direito de cunhar moeda e da economia monetária, ligações comerciais, salários, preços, etc.). Muitas vezes as moedas ajudam a datar outras fontes históricas. Finalmente, o estudo comparado dos tipos desempenha papel importante para a história da religião e dos símbolos e para a história da arte.

 

CRONOLOGIA.

Como parte da astronomia, remonta a tempos muito antigos. A cronologia histórica, como ciência dos diversos sistemas de divisão e medição do tempo, apenas no século XIX se começou a desenvolver.

A maior parte dos sistemas de contagem do tempo baseia-se na posição do Sol e da Lua em relação à Terra. O ano, explícito na variação da duração dos dias, e. por conseguinte no Verão e no Inverno, tem a sua explicação no movimento da Terra em torno do Sol, podendo ser medido pela repetição dos equinócios. O mês, explícito na mudança das fases da Luz, é astronomicamente explicado pelo movimento da Lua em torno da Terra e pela posição de ambas em relação ao Sol. Mede-se pela repetição das luas cheias. Nem o ciclo do Sol nem o da Lua se podem determinar por número exacto de dias (365 dias, 5 h 48' 46" e 29 dias 12 h 44'). Um ano lunar de doze meses inteiros é cerca de dez dias mais curto do que um ano solar. A introdução de meses intercalares, por exemplo, sete em cada dezanove anos, a chamada regra metónica, combina ambos os sistemas num ciclo anual lunissolar. Os três ciclos que acabamos de referir serviram na História, e servem ainda hoje nalgumas regiões, como base da medição do ano; o puro ano lunar usou-se na velha Roma e usa-se ainda hoje no mundo islâmico. Os Babilónios e os Gregos regiam-se pelo ano lunissolar, que preside ainda actualmente à vida dos Judeus ortodoxos e à elaboração do calendário litúrgico cristão. Os Egípcios, a comunidade de Qumram e os Romanos a partir de 46 a. C. adoptaram o ano solar puro. O calendário introduzido por Júlio César, e por isso chamado calendário juliano (ano solar de 365 dias; doze meses, sem correspondência com as fases da Lua; de quatro em quatro anos um dia intercalar) foi o calendário do Império Romano e dos Cristãos da Idade Média. A sua forma melhorada, o calendário gregoriano (dias intercalares suprimidos nos anos de fim de século não divisíveis por 400) substituiu, em 1582, nos países católicos o calendário juliano; na mudança foram saltados dez dias para correcção (de 4 a 15 de Outubro). A maior parte dos países protestantes adoptaram-no depois de 1700; a Inglaterra em 1752, a Suécia em 1753, a Rússia em 1917, a Grécia em 1923. (Ao referir estas datas o historiador terá sempre de entrar em conta com as acima mencionadas, pois que, de 1582 a 1923, o calendário juliano apresentou em relação ao calendário reformado uma diferença de 10-13 dias). Desde que, em 1949, a China adoptou também o novo calendário, ele passou a dominar a maior parte do mundo.

A contagem dos anos foi quase sempre feita com base num império, num consulado ou num pontificado. A contagem seguida (eras) encontramo-la apenas, de começo, em algumas obras científicas desde o século III a. C. nos Gregos a partir das Olimpíadas (começo em 1-7-776); desde o século I a. C. nos Romanos, a contar da fundação de Roma (21-4-753). De significado prático foram: a partir de 280 a. C., a Era dos Selêucidas para a Ásia Menor, para os Árabes e para os Judeus (a partir da vitória de Seleuco, 1-10-312/1-4-311 a. C.); a Era dos Mártires, com início no século IV, no Egipto, e que se prolonga até hoje entre os Cristãos, Coptas e Etíopes (subida ao poder de Diocleciano, 29-8-284 d. C.); a Era Hispânica, ou de César, a partir do século V e até ao fim da Idade Média (contada a partir de acontecimento desconhecido, em 1-1-38 a.C.; a Era Dionisíaca, ou Cristã (em Roma desde o século VI, em Inglaterra desde o fim do século VII, desde cerca do ano 1000 no conjunto do Oriente, desde 1700 na Rússia; desde 1949 na China); a Era Bizantina desde o século VII na Igreja Oriental, até 1700 na Rússia (segundo a criação do mundo em 1-9-5508 a. C.); a Era Muçulmana, do século VII até à actualidade (Hégira em 15-7-622); a Era Judaica, desde o século X até à actualidade (segundo a criação do mundo em 6-10-3761 a. C.). As tentativas recentes de dar início a uma nova era com base na proclamação da República Francesa, em 22-9-1792, ou na marcha fascista sobre Roma em 28-10-1922 fracassaram. A contagem dos anos anteriores ao nascimento de Cristo só em fins do século XVIII começou a divulgar-se.

Os vários começos do ano dentro da contagem cristã do tempo levantam também dificuldades: antes do nosso começo do ano tínhamos, a 25 de Março, o início do ano pelo sistema pisano da Anunciação, a 1 de Setembro pelo sistema bizantino e a 25 de Dezembro pelo do Natal. O sistema da Circuncisão (começo do ano a 1 de Janeiro) só a partir do século XVI se generalizou no Ocidente. Depois do nosso começo do ano havia: a 1 de Março o calendário da Velha Roma (na França merovíngia, na Rússia cristã até ao fim do século XIII, em Veneza até 1797); a 25 de Março o sistema florentino da Anunciação (usado pelos Cistercienses, nas dioceses de Metz e Trier, e em Inglaterra até 1752); finalmente na Páscoa o «mos gallicus» (em França até ao século XVI e esporadicamente na arquidiocese de Colónia).

A contagem dos dias era feita pelos Romanos de acordo com os dias antes e depois das calendas, das nonas e dos idos (o primeiro, quinto ou o sétimo, e o décimo terceiro ou o décimo quinto de cada mês); na Idade Média a contagem fazia-se, regra geral, com base em dias santificados ou de festa. Só a partir do século XVI se adoptou em geral a numeração seguida dos dias do mês.

 

ESFRAGÍSTICA (SIGILOGRAFIA).

Os selos resultam da impressão de uma forma cunhada ou cortada (cunho, sinete, carimbo) em massa amolecida (cera, metais, lacre), que em seguida se endurece de novo; mais recentemente entende-se também por selo a impressão dessa mesma forma através de sinete ou carimbo.

O selo serve para reconhecimento (prova), para fecho ou ainda como atestado de autenticidade de um documento.

Pela forma como o selo está ligado ao documento (aposto sobre ou pendente do pergaminho por fitas ou cordões), pelo tipo de selo (selo de Majestade, selos pequenos e privados, etc.,), bem como pelo estudo de outros pormenores, a esfragística pode pronunciar-se acerca da autenticidade ou não autenticidade dos documentos, e datá-los eventualmente, integrando-se assim na diplomática. Além disso o estudo dos selos permite tirar conclusões sobre a posição e os direitos da entidade a que o selo está ligado (que se saiba a Hansa nunca teve selo, logo, em sentido moderno, não constituiu de direito uma liga). A esfragística cabe ainda o estudo das figuras representadas nos selos.

 


História
Enciclopédia Meridiano // Fischer, vol. 3
págs. 58, 60 e 64 a 66

José Nogueira dos Reis

 

A Grande Guerra e «Curriculum Vitae» de José Nogueira dos Reis - José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia, contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia - desde os jovens, aos adultos - homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co - fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. As habilitações Académicas, a formação profissional, a formação especifica e a larga experiência profissional, conferem-lhe capacidades, que aliadas a um elevado Q.I., fazem dele um homem muito fora do comum. Repare-se no que acabo de referir, através de um suscinto "CURRICULUM VITAE": José Nogueira Reishttp://josereis.planetaclix.pt/3.html;http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal.html; http://josereis.planetaclix.pt/reis.html; http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://hipyreis.tripod.com/;http://josereis.planetaclix.pt/;Rua da Barreira, Nº12 Santa Eugénia[JdFSE1] 5070-411 Índice Informações profissionaisLigações favoritasContactosProjectos actuaisInformações pessoaisInteresses pessoaisInformações profissionais Habilitações Acadé..b..

Portugal na 1ª Guerra Mundial

 

..."Nós somos soldados. É uma grande irmandade, que junta à camaradagem das canções populares, o sentimento de solidariedade e uma lealdade deses-perada de uns para os outros, de homens condenados a morrer"...

Erich Maria Remarque

A Oeste Nada de Novo

Aníbal Augusto Milhais

Aníbal Augusto Milhais " O Milhões"

Ficou conhecido como «o soldado Milhões»- ,na 1ª Guerra Mundial. Aníbal nasceu em Valongo, concelho de Murça, em Trás-os-Montes. Agricultor durante toda a vida, com excepção do tempo que fez dele um herói medalhado e celebrado.

Na tropa foi incorporado no Regimento de Bragança e mais tarde no do Chaves. Em 1917 «partiu para a frente de combate». Um ano depois, chegava o «grande momento, o da batalha de La Lys», na Flandres.

O dia preciso: 9 de Abril. Rezam as crónicas que uma força portuguesa se viu atacada pelos alemães. A nossa força chegou a ser destroçada e a situação era «a pior possível».

 

Muitos portugueses foram mortos e os sobreviventes obrigados a retirar. O soldado Milhais viu-se sozinho numa trincheira e, então, ergueu-se, de metralhadora Lotz, e varreu uma coluna de alemães que vinham em motocicletas.

E, segundo conta a lenda (ou terá sido mesmo verdade), terá feito o mesmo às colunas de 'boches' que entretanto surgiram. Parece que os alemães terão julgado que, em vez de um camponês sozinho, enfrentavam um fortíssimo regimento de portugueses e ingleses.

O acto isolado deste soldado   permitiu aos aliados tomar posição trinta e tal quilómetros mais atrás. Milhais, esse, continuou sozinho, a vaguear pelos campos, tendo apenas «amêndoas doces» para comer.

Chegado ao acampamento, Milhais foi efusivamente abraçado pelo seu comandante: «Tu és Milhais, mas vales milhões». Por causa desse feito Milhões recebeu a Ordem de Torre e Espada de Valor, Lealdade e Mérito, em Isberg.

1ª Guerra Mundial ( 1914 - 1918 )

Durante este período, com o começo da 1ª Guerra Mundial, Portugal proclamou a sua adesão à sua aliança com a Inglaterra (7 de Agosto de 1914) e pediu para entrar nas operações militares contra a Alemanha. Em 17 de Setembro partiu uma primeira expedição para reforçar as colónias em África, que lutaram no noroeste de Moçambique, na fronteira com o Tanganica, e no sudoeste de África, na fronteira com a África Sul-ocidental alemã.

Em Fevereiro de 1916 Portugal apresou os barcos alemães que estavam nos seus portos , e a Alemanha declarou-lhe guerra ( 9 de Março ). Um submarino alemão bombardeia a cidade do Funchal na ilha da Madeira em Dezembro de 1916, o que causou grande emoção em Lisboa.

 

1ª Guerra Mundial - Soldados portugueses treinando-se com as máscaras de gás

( Fotografia da www.ukans.edu )

 

Uma expedição portuguesa ( o CEP )partiu para a frente ocidental em 1917, sob o comando do General Tamagnini de Abreu; em 9 de Abril de 1918, ficaram debaixo de forte ataque alemão na batalha de La Lyz. Pelo tratado de Versalhes (1919) Portugal recebeu 0,75 porcento das indemnizações pagas pelos alemães e o Quionga área de Moçambique capturada pelas forças portuguesas na África Oriental.

O total de efectivos portugueses enviados para a França, entre 1917 e 1918, foi de 55.083. Tivemos 2.086 mortos e 5.524 feridos, o custo do baptismo de fogo, que o governo da República insistiu dar a Portugal para defender o seu Império Colonial.

 

C.E.P. -  Corpo Expedicionário Português tradução do inglês  Portuguese Expeditionary Corps, com que os ingleses denominaram as forças portuguesas que combateram na Grande Guerra, e que mais tarde os próprios soldados portugueses denominaram  de " Carneiros de Exportação Portuguesa", pela falta de preparação técnica e ausência de equipamento militar adequado a essa guerra moderna.

A Batalha de La Lyz

Foi na madrugada de  9 de Abril de 1918 que o fogo dos bombardeamentos alemães (sob o comando do general Ludendorff) inundou a terra e cobriu os céus de pesadas nuvens negras, onde os homens se submergiam, mortos ou feridos, na lama espessa. Foi a célebre Batalha de La Lys, que deixou um  saldo aterrador no o sector português: dos 7500 homens destroçados, mais de mil caíram mortos.

A participação portuguesa na guerra de 14-18 (que se repartiria entre França, Angola e Moçambique) foi na altura, tema de batalhas verbais, entre os partidários de Afonso Costa, no Poder, e as alas da direita republicana, monárquica e clerical, avessas a uma intervenção no conflito.

O primeiro contingente do CEP partiria a 26 de Janeiro de 1917 em direcção à Flandres francesa, mas os episódios dramáticos da presença portuguesa culminariam com a tragédia de 9 de Abril de 1918. Num só dia morreu metade do total dos portugueses caídos em França.

O golpe militar de 5 de Dezembro de 1917, em Lisboa, protagonizado por Sidónio Pais, parece ter sido a machadada final numa moral beligerante desde sempre frágil. O CEP ficaria entregue à má sorte, por um novo poder a braços com uma inflação nunca vista, falta de alimentos, pestes e a contestação cada vez mais forte de uma guerra distante.

Embora as romagens anuais efectuadas ao túmulo do Soldado Desconhecido pretendam homenagear «todos quantos lutaram por Portugal, independentemente de qualquer época ou lugar», nunca poderão compensar o "crime" de se ter enviado para a morte, em 1917, milhares de portugueses, que não tinham preparação militar adequada, nem meios materiais e equipamento para uma guerra moderna.

 

Nota - Aquilo que os portugueses denominaram de Batalha de La Lyz, foi realmente o primeiro dia da Ofensiva de La Lyz do general Ludendorff, denominada Operação Georgette lançada pelo Sexto Exército Alemão contra a segunda divisão do CEP. Só nesse dia tivemos 7.425 baixas entre oficiais e soldados.

 

 

José nogueira dos reis

 

 

Nas trincheiras, reinou sobretudo o desânimo

 

 

José Nogueira dos Reis Santa Eugénia, 5070-411


 

Elaborado por josé nogueira dos reis

 

 

 

 

 

Álvaro de Campos

 

A Fernando Pessoa

 

     (Depois de ler seu drama estático "O marinheiro" em "Orfeu I") 
 
       Depois de doze minutos  
       Do seu drama O Marinheiro,  
       Em que os mais ágeis e astutos  
       Se sentem com sono e brutos,  
       E de sentido nem cheiro,  
       Diz rima das veladoras  
       Com langorosa magia  
       De eterno e belo há apenas o sonho.  
       Por que estamos nós falando ainda?  

                                         Ora isso mesmo é que eu ia  
                                         Perguntar a essas senhoras...  

Este Poema, foi escrito por Fernando Pessoa

José Nogueira dos Reis

 

06/05/2002

 

J.N.Reis

 

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Falar de Santa Eugénia, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra. Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor: José Nogueira dos Reis[JdFSE1] [JdFSE1]

 

 

 

[JdFSE2] [JdFSE2]  

Introdução. 1

Introdução. 1

Agradecimento. 2

Historial 2

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho».. 3

Lage do Concelho... 3

Celebridades. 4

2- População. 6

População e sua distribuição por sexos. 6

Mulheres- 219.. 6

População existente em 1801. 6

Desenvolvimento Económico. 7

Desenvolvimento e Turismo. 7

Acção Social 7

Turismo. 7

Desporto, Recreio e Lazer 8

Tradições. 9

Lendas. 9

Santa Eugénia. 10

Artesanato. 11

Autor 11

Introdução

Falar de Santa Eugénia

, é deixarmo-nos envolver por um certo transe, deslizando a tinta ao sabor daquilo que nos ocorre no pensamento, é sentirmo-nos num espaço tão ínfimo, mas tão grande, tão nobre, que todas as palavras que se possam utilizar, é apenas um pouco daquilo que sentimos desta maravilhosa terra.

Freguesia com profundas raízes históricas, materializadas no belíssimo património cultural e na memória colectiva das suas gentes.

São múltiplas as potencialidade turísticas: a beleza natural das suas serras, as aprazíveis paisagens, o rio «Tinhela», a gastronomia e o património arqueológico, construído, etnográfico e artístico, constituem a identidade natural e cultural desta belíssima aldeia.

Orgulhamo-nos pois de expor e tornar acessível a todos, através desta nova forma de comunicar, os traços gerais que caracterizam esta terra «Transmontana». Quem nos visita pela primeira vez, dificilmente escapa ao desejo de visitar novamente este lugar deslumbrante.

Autor: José Nogueira dos Reis

 

 

Agradecimento

 

 

Agradeço a Deus, a meus pais, a toda a população de Santa Eugénia, a mim próprio e a meus filhos, tudo o que sou, fui e serei.

Não posso deixar de aqui fazer referência a um verso que escutei numa desgarrada ao «desafio» - O meu avô foi a semente e a minha avó foi a terra.

Historial

Historial de Santa Eugénia:

1- Historial : Santa Eugénia, situa-se a cerca de 15km. de uma das saídas da I.P.4-Pópulo.

Tem a área Aproximada de: 779 ha

As Freguesias limítrofes são: A Norte- Pegarinhos; A Sul- Carlão; A Este- Candedo(esta do concelho de Murça); A Oeste- Casas da Serra (lugar da freguesia de Carlão)

Orago: Santa Eugénia

Topónimo:Eugénia, de origem grega, significa Bem Vinda, Bem Aparecida, de Boa Linhagem

Os Primeiros Povos remontam ao período Megalitico;Comprova-o o facto de nas redondezas existirem ainda Pinturas Rupestres, Dolmens e Antas; aqui segundo se conta uma pintura Rupestre foi destruída aquando da busca de Volfrâmio (contou-mo variadissímas vezes, Francisco Henrique, Francisco Henrique Novo e Artur Coelho dos Reis. Prova-o também o seu culto de origem sueva.Da época Romana existe, em pleno estado de conservação, uma «Fonte de Mergulho», aqui denominada «Fonte de Baixo».

Marca de tempos remotos, estão, bem patentes, na «Lage do Concelho»

 Lage do Concelho

Concelho -  substantivo masculino.

Significa : Circunscrição administrativa;

Subdivisão de Distrito;

 Município.

Latim conciliu.

Significa Assembleia.

É precisamente da acepção Latina, que esta «Lage do Concelho», herdou o nome. Era o local onde os «vizinhos»(antigo nome dado aos habitantes bons), se reuniam em assembleia, quer para eleger os seus dignos representantes junto de entidades hierarquicamente superiores(exemplo: Nos órgãos concelhios), quer para resolver problemas respeitantes a si próprios e/ou à localidade. Servia também de «Tribunal Moral», isto é:

Ali eram publicamente denunciados os maus actos e seus praticantes. O malfeitor, ou se emendava, ou era simplesmente arredado do mais simples convívio com os vizinhos.

Por sorte do destino, tinha esta «Lage do Concelho» uma outra função. Era precisamente o local de marcação limite, da altitude máxima permitida pelo Marquês de Pombal, para autorização de «benefício».

Esta mesma «Lage do Concelho», situa-se precisamente (no inicio?, no fim?)num dos extremos da rua Marquês de Pombal. Coincidência ou propósito desta estranha relação, entre a «Lage do Concelho»(um pouco abaixo dos 500 metros de altitude) e a rua «Marquês» de Pombal (autor da marcação da mais antiga região demarcada), com toda a modéstia, não o sei. Acho apenas uma coincidência demasiado coincidente.

Vou, para um melhor entendimento deste sítio, fazer uma retrospectiva histórica, de uma forma suscinta;

Pelouro D.João I, por carta Régia de 13 de Junho de 1391, descreve as grandes tropelias que as eleições para os concelhos provocavam Grandes Sayoarias e rogos, através das quais só se criavam grandes ódios entre os «vizinhos».

Na dita carta Régia determinava-se o 1º recenseamento eleitoral que Portugal teve. Nele se mandava que os oficiais do governo fizessem «róis».(...) o nome era escrito num papel separado e metido numa bola de cera, chamada pelouro daí o nome dos actuais pelouros das vareações eram estes, por sua vez, metidos numas caixas a que hoje damos o nome de urnas e então se chamavam «capelos».

Mas as queixas de fraudes eleitorais continuaram, pois, tem-se conhecimento de que esse problema foi posto também nas cortes de Évora de 1451.Outras dificuldades atravessou o processo de eleição dos «edis», e não menor foi a de em certos concelhos haver tantos indivíduos com privilégios religiosos ou dados pelo rei, que por eles se esquivavam os cargos para que eram eleitos. Estou absolutamente convencido, de que estas fraudes e problemas, sempre se mantiveram, mas, também, a necessidade dos «vizinhos» de beneficiar de um executivo local, que compreende os problemas da terra e dos homens do respectivo concelho.

Então, os caciques, ontem como hoje, procuram eternizar-se no poder. Uma das formas mais antigas de o fazer, era e é, amedrontar os mais necessitados. Para tal, é absolutamente necessário, exercer algum modo de pressão e/ou controle. A fórmula aqui encontrada (e não só aqui), era dar-lhe uma aparência «séria», fazendo eleições para escolha «livre ?», pelo menos na aparência, mas de dedo no ar!!!. Porque assim, as pessoas de condição social inferior, com medo de represálias futuras, elegiam     quem os mais privilegiados queriam. Essas eleições, eram realizadas na LAGE DO CONCELHO .

 

 

Celebridades

 

 

Figuras Ilustres, pré-25/4/1974: José Cunha Cardoso ( Delegado de Saúde de Benguela), Homem de elevada filantropia, contribuiu para prolongar a vida de muitos habitantes desta freguesia.

Manuel José Guerra Santos Melo, responsável por: Luz eléctrica; Água Pública;Casa do Povo;Reparação da Capela de Santa Barbara, Igreja Matriz, Cemitério, Escolas.Para além da água ser explorada numa sua propriedade, ainda hoje, quando existe escassez de água, a sua família põe uma torneira de água a correr para toda a povoação.

Pós 25/4/1974:

António Alves Martinho, Deputado na Assembleia da República, em dois mandatos consecutivos. Grande defensor do «Douro» e principalmente dos durienses. Conhecedor das dificuldades destas terras, nunca se escusou a esforços, quer na defesa da melhoria das condições sócio-económicas, quer na defesa dos seus mais elementares direitos. Enquanto deputado na Assembleia da República, fez várias visitas de trabalho à Casa do Douro, bateu-se galhardamente pela sua recuperação económica e pela recuperação da linha de orientação da sua origem, que era a defesa intransigente dos lavradores do douro, seus associados. Foi sempre defensor de uma forte representatividade dos pequenos e médios produtores do douro, nas instituições oficiais, e/ou representantes da «região».Na continuidade desta orientação de defesa, que sua Exª, o senhor Doutor Martinho perfilhou, fez parte da Direcção da Adega Cooperativa de Alijó.

Uma das suas paixões - ou não fosse ele uma figura de elevadíssima vontade de igualdade de oportunidades, melhoria do factor social, acesso de todos à educação e à saúde - era o associativismo, como forma aglutinadora do reunir das gentes, do reflectir, do ensinar, do aprender, do divertimento sadio, do desenvolvimento harmonioso da pessoa humana e da maturidade democrática adquirida na mais pura convivência. Assim sendo, pode dizer-se sem receio de qualquer espécie de inverdade, que a ele se deve, a sede do «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de Santa Eugénia. Obra que orgulha todos os concidadãos desta terra, da qual ele foi co-fundador e Presidente vários anos .            

Manuel Adérito Figueira, Vareador do Pelouro de Obras na Câmara Municipal de Alijó. Dotado de uma capacidade de trabalho em prol do bem público, fora do comum, defensor da cultura popular, suas tradições e festas, respeitador dos seus mitos e ritos, a ele se deve, entre muitas outras coisas, a continuidade da «NOSSA FESTA». Foi também Presidente da Assembleia Geral do Grupo Desportivo.

Sem prejuízo das outras terras, tem contribuído enquanto Vareador do Pelouro das Obras da C.M. de Alijó, para o desenvolvimento do património edificado e do bem estar dos habitantes desta freguesia. A ele se deve em grande parte a continuidade da existência do Centro Social.    

Elias Martins Eiras, Presidente da Junta de Freguesia. É uma pessoa que eu, José Nogueira dos Reis, particularmente admiro. Tem uma capacidade inata para a resolução de problemas, uma perspicácia enorme para o social e uma rara vontade de servir os seus concidadãos. Começou ainda muito novo  a «Apertar o Próprio Cinto», isto é: Por necessidade e por seu próprio ser, ganhou para ele próprio desde a mais tenra idade. Ainda não devia ter 18 anos quando imigrou para França. Aqui teve a oportunidade de conhecer outras gentes e outras culturas. Sendo um homem com uma abertura e predisposição para aprender, a variedade de cargos, situações de trabalho, contacto com várias culturas, e, um Q.I. que considero acima da média, deram lhe , melhor, proporcionaram-lhe uma aquisição de competências, que se fossem certificadas estariam muito acima do que ele próprio imagina.  

 

José Nogueira dos Reis, figura de elevada filantropia,  contribuiu fortemente para o desenvolvimento cultural das gentes desta freguesia desde os jovens, aos adultos homem de um só caracter, de um só ser, fosse qual fosse a fase da vida por que estivesse a passar. Foi fundador e co fundador de todas as associações culturais, de solidariedade, associativas, desportivas e/ou recreativas. Refundou o teatro, deu educação a adultos, foi promotor cultural, fundador ( nesta freguesia ) do partido socialista, tendo contudo, sempre presente o desenvolvimento, independência e afirmação destas gentes. Homem de uma simplicidade fora do comum, aparecia e desaparecia, quase sem se dar por ele!!. Pessoa sempre pronta a compartilhar o seu conhecimento, nunca se esquivou a dar uma boa e útil informação, a procurar ele próprio informar-se para informar. Fruto do seu avanço, quer para a época, quer em relação aos seus conterrâneos, trilhou caminhos amargos, que só a ele prejudicaram, mas, que lhe serviram de ensinamento para segurar a queda de outros. Julgo mesmo, que o seu maior inimigo, foi o seu avanço. As habilitações Académicas, a formação profissional, a formação especifica e a larga experiência profissional, conferem-lhe capacidades, que aliadas a um elevado Q.I., fazem dele um homem muito fora do comum. Repare-se no que acabo de referir, através de um suscinto «CURRICULUM VITAE»:

CURRICULUM VITAE DE JOSÉ NOGUEIRA DOS REIS

José Nogueira Reishttp://josereis.planetaclix.pt/3.html;http://rjn.planetaclix.pt/index.html;

http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal.html; http://josereis.planetaclix.pt/reis.html; http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://hipyreis.tripod.com/;

http://josereis.planetaclix.pt/;

Rua da Barreira, Nº12

Santa Eugénia[JdFSE3] [JdFSE1]

5070-411

Índice

      Informações profissionais

      Ligações favoritas

      Contactos

      Projectos actuais

      Informações pessoais

      Interesses pessoais

Informações profissionais

 

 

Habilitações Académicas

2º Ano do Curso Complementar

Português, exame ADOC (Faculdade de Letras no Campo Alegre,  Porto )

Formação Profissional

Curso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no Trabalho

Curso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da Agricultura

Curso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (PEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia S. Eugénia, exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos.

Formação Específica

Leitor Cobrador

Técnico Classificador de Vinhas

Animação Cultural

Promoção Cultural

Levantamento de Prédios Rústicos

Recenseamento Geral Agrícola

Censos

Previdência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentos

Imobiliária

Vindima, transporte, legislação e fiscalização

Formação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e Munícipes

Formação Autarca Protecção Civil

Colóquios, Retiros e Fóruns

2 de 1 semana cada 1 Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cristão e a sociedade contemporânea; Paz, guerra, direitos universais do homem, Objectores de consciência , solidariedade e mecenato; Idealismo e Materialismo; Cristianismo e Marxismo.

Experiência Profissional

2002

Estágio na Junta de Freguesia de Santa Eugénia

2001

Censos

2000

Leitor de contadores eléctricos EDP(concelho de Alijó, Sabrosa e Murça )

1999

Escriturário Norte Frangos

1998

Vendedor Norte Frangos

1997

Vendedor Monteiro & Filhos

1996

Técnico Classificador de Vinhas (EDEM, Instituto do vinho e da vinha )

1995

Promotor Cultural Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

1994

Técnico de Armazém (Exportação ) Moto Meter

1993

 Imobiliária -  ( Madrid )

1992

  Mordomo -  ( Madrid )

1991

Barman ( Madrid ); Censos

Santa Eugénia.. 1

Índice. 1

Informações profissionais. 1

Habilitações Académicas. 1

Formação Profissional 1

Formação Específica. 1

Colóquios, Retiros e Fóruns. 2

Experiência Profissional 2

Cargo ou profissão. 3

Principais responsabilidades. 3

Departamento ou grupo de trabalho. 3

Ligações favoritas. 3

Contactos. 3

Endereço de correio electrónico. 3

Endereço na Web. 4

Telefone do escritório. 4

Projectos actuais. 4

Informações pessoais. 4

Interesses pessoais. 4

 

DE 1977 a 1992

Fui Empresário Agrícola, embora, por vezes, acumulasse com outras funções

1987

Recenseamento Geral Agrícola

DE 1984 a 1986

Mediador de Seguros Eagle Star

De 1979 a 1981

Educador de Adultos Ministério da Educação

1973

Levantamento de Propriedades Agrícolas Ministério das Finanças

DE 1972 a 1973

Escriturário Colégio Nossa Senhora da Boavista ( Vila Real )

De 1970 a 1972

Escriturário Casa do Povo de Santa Eugénia

Santa Eugénia.. 1

Índice. 1

Informações profissionais. 1

Habilitações Académicas. 1

Formação Profissional 2

Formação Específica. 2

Colóquios, Retiros e Fóruns. 2

Experiência Profissional 2

Cargo ou profissão. 4

Principais responsabilidades. 5

Departamento ou grupo de trabalho. 5

Ligações favoritas. 5

Contactos. 5

Endereço de correio electrónico. 5

Endereço na Web. 5

Telefone do escritório. 5

Projectos actuais. 5

Informações pessoais. 6

Interesses pessoais. 6

 

Teatro Autor, Co encenador e Actor

Co Fundador do Centro Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Centro Social de StªEugénia

Direcção da Casa do Povo de StªEugénia

Assembleia                                  

Candidato a Assembleia de Freguesia

Candidato a Assembleia Municipal

Deputado da Assembleia Municipal

                                  de Freguesia

Militante de Partido Político

Sócio dos Bombeiros Voluntários de Alijó

                                  G.D.C.R.StªEugénia

                                  Cento Social    

Cooperador do Funcionário/Encarregado do Grémio dos Viniticultores

                                                                              dos CTT

                                  Estafeta dos CTT ( Carteiro )

Explicador

Participação em Torneios de Damas e Xadrez

Participação na 1ªVinord ( 3º Lugar Canções )

Participação no 1º FITEI ( Festival de Teatro de Expressão Ibérica )

Atleta de Futebol

Membro de Mesas da Assembleia de voto; Inclusive 16/12/2001 e 17/03/2002

Organização de várias excursões:

Santarém

Braga

Castelo Branco

Mirandela

Santiago de Compostela

Membro do Grupo Cristão «Oásis»

Delegado Político

Encontros de Municípios

Participei em várias iniciativas do INATEL

Co Fundador da Associação de ovinos e caprinos de Vila Real e Bragança

1968 Fundei e Redigi um jornal de turma (Gomes Teixeira)

1970 Co Fundador do Jornal menor, «O Plátano»

1974 - Participei Activamente nas campanhas de «Politização»

Cargo ou profissão

Escriturário

Principais responsabilidades

Toda a Parte Administrativa.

Departamento ou grupo de trabalho

Junta de Freguesia de Santa Eugénia

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Ligações favoritas

 

http://nogueirareis.tripod.com/

http://reis19.tripod.com/reis19;

http://josereis.planetaclix.pt/reis.html

http://josereis.planetaclix.pt;

     

        http://reis19.tripod.com/

      http://nogueirareis.tripod.com/alijo

      http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia

      http://reis19.tripod.com/jnr

      http://reis19.tripod.com/rnj

      http://hipyreis.tripod.com/

      http://jose727.tripod.com/

     

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Contactos

Endereço de correio electrónico

HipyReis@clix.pt

JNReis@clix.pt

Reis0@portugalmail.com

JNogueiraReis@sapo.pt

santaeugenia@santaeugenia.zzn.com

santabarbar@santaeugenia.zzn.com

nogueirareis@santaeugenia.zzn.com

JNRH@megamail.pt;

reisnogueirajose@megamail.pt.

Endereço na Web

http://nogueirareis.tripod.com/;

http://nogueirareis.tripod.com/alijo;

http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia;

http://reis19.tripod.com/;

http://reis19.tripod.com/jnr;

http://reis19.tripod.com/reis19;

http://reis19.tripod.com/rnj;

http://hipyreis.tripod.com/;

http://jose727.tripod.com/;

http://josereis.planetaclix.pt/reis.html;

http://josereis.planetaclix.pt/.

http://josereis.planetacilx.pt/J.N.Reis.html

http://rnj.planetaclix.pt/index.html

http://josereis.planetaclix.pt/pessoal.html.

Telefone do escritório

259646486;

Telemóvel- 938415615

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Projectos actuais

      Entrar para o curso de Sociologia

Entrar na Faculdade

O Mundo Rural

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Informações pessoais

José Nogueira Reis

Data de Nascimento: 20/03/1953

Estado civil: Separado de Facto

B.I.nº3451368

Habilitações Literárias: 2º Ano do Curso Complementar, mais a Disciplina de Português, no exame A.D.O.C., na Faculdade de Letras

 

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Interesses pessoais

      Leitura

Teatro

Informática

Xadrez

Damas

Divertimento

Sociabilização

 

Para se saber um pouco mais de este«SENHOR», VISITEN-SE OS SEUS SITES:

http://nogueirareis.tripod.com/; http://nogueirareis.tripod.com/alijo; http://nogueirareis.tripod.com/santaeugenia; http://reis19.tripod.com/; http://reis19.tripod.com/jnr; http://reis19.tripod.com/rnj;http://reis19.tripod.com/reis19; http://jose727.tripod.com/;http://hipyreis.tripod.com/; http://josereis.planetaclix.pt;http://josereis.planetaclix.pt/reis;http://josereis.planetaclix.pt/1.html;http://josereis.planetaclix.pt/2.html; http://josereis.planetaclix.pt/3.html; http://josereis.planetacix.pt/4.html; http://josereis.planetaclix.pt/5.html; http://josereis.planetaclix.pt/Pessoal; http://josereis.planetaclix.pt/J.N.Reis.html; http://rjn.planetaclix.pt/index.html; http://rjn.planetaclix.pt/1.html; http://HipyReis.tripod.com/TituloPessoal; http://jose727.tripod.com/TituloPessoal; http://juntafreguesia.tripod.com/; http://santaeugenia.tripod.com/. 

Historial de StªEugénia, por José Nogueira dos Reis

 

2- População

Habitantes-511

 Residentes-HM-410-H-191,( com mais de 18 anos);

Eleitores inscritos : 480 ( compreendidos entre os n.º 3 e 711) ;

Famílias-191

Alojamentos-223

Edificios-215

No reinado de D.Sancho II, Santa Eugénia, fazia parte do concelho de Alijó;

Em 1258, nas Inquisições de D.Afonso III, Aparece no concelho de Murça.

Em 1269, D.Afonso III, ao confirmar o foral de seu irmão, dado a Alijó, ainda inclui de forma condicional, Santa Eugénia no concelho de Alijó.

A verdade é que no recenseamento de 1530, (reinado de D.João III), Aparece no concelho de Murça.Só regressou a Alijó com a reforma administrativa de 1853.

População e sua distribuição por sexos

Actualmente, StªEugénia, tem cerca de 520 habitantes, dos quais 410 são nela residentes; Assim distribuídos por sexo: Homens- 191 ;

Mulheres- 219

 População existente em 1801

Em 1801, segundo consulta efectuada na Biblioteca Municipal de Vila-Real, já existiam 618 habitantes em 118 edifícios, dos quais, 265 eram do sexo feminino.

Em 1849, existiam 417 habitantes em 140 fogos(edifícios, melhor, famílias).

Desenvolvimento Económico

É essencialmente o sector primário, que absorve a maioria das actividades económicas; Distribuídas, estas, pela produção de vinho beneficiado (tratado ou Porto), azeite, vinho de mesa, moscatel, e, mais recentemente, «champanhe», melhor, vinho Espumoso.

Casais agrícolas de maior dimensão, e, consequentemente, de maior utilização de mão de obra: Casal «Santos Melo», casal «Malheiro», «Casa agrícola», «Reconco», «Herdeiros de Dr.Ernesto Morais ou Dona Maria da Hora Teixeira de Carvalho».

Desenvolvimento e Turismo

O turismo, só está a dar os primeiros passos na região duriense. É uma certeza o seu sucesso futuro. Este «atraso», teve inconvenientes  e  benefícios. Os inconvenientes reflectem-se  ao nível da consequente menor riqueza adquirida, duma menor rede de infra-estruturas hoteleiras, viárias, de comunicação, etc.

Os benefícios, reflectem-se na «virgindade» das suas terras, paisagens, costumes, etc. Pode hoje investir-se no turismo de uma forma mais consciente, sem, como aconteceu em tantos sítios, destruir tudo à sua volta, desde o ambiente ao ar, desde as paisagens à água.

Contudo, aqui em StªEugénia, o turismo, especialmente o Turismo Rural, é já uma realidade.   

Acção Social

A cargo da Associação Social Cultural e Recreativa, com sede na rua da Veiga.

Turismo

Café Areias; Café Grande Ponto; Turismo Rural Reconco. O admirador e apreciador do que de melhor tem este lugar paradisíaco, que  pretender pernoitar em StªEugénia, apreciar devidamente os seus manjares, saborear as suas delicias, confraternizar nas suas festas, deixar-se envolver pelos seus famosos «néctares», conhecer por dentro as suas lendas, mitos e tradições, sentir na alma a força dos seus costumes, pode fazê-lo na quinta do Reconco, onde o espera um atendimento simples mas personalizado,  podendo usufruir das suas instalações, que comportam uma suite, cinco quartos, uma sala de refeições, uma sala de estar, uma sala de bilhar, uma piscina, um court de ténis, aquecimento central e televisão em todos os quartos. Neste local, podem ser apreciados todos os pratos típicos e regionais, degustados os petiscos destas paragens, saboreados os seus bolos, toda a sua rica doçaria, a enorme variedade do seu «fumeiro». Tudo isto pode ser acompanhado dos melhores vinhos, vendo directamente quer as vinhas que os produzem, quer o efectuar dos granjeios, quer, se for época disso, a sua laboração.

Nos cafés referidos anteriormente, pode também apreciar toda a espécie de bebidas, divertir-se com os tradicionais jogos transmontanos-durienses, no mais fraterno sadio e alegre convívio.      

Desporto, Recreio e Lazer

Desporto -  outrora, fruto de uma intensa actividade, com enorme orgulho e palmarés, encontra-se hoje, porém, sem qualquer actividade, e, diria mesmo votado ao abandonoApesar de no corrente ano e já de algum tempo a esta parte, não haver prática de nenhum desporto em Santa Eugénia, já existiram no passado algumas modalidades nesta Freguesia, a saber: Futebol de onze com o Grupo Desportivo, Cultural e Recreativo a figurar durante algum tempo na tabela da 2ª Divisão Regional Zona Norte. Futebol de 5 com organização de vários torneios maioritariamente para os jovens e durante o verão, com várias participações de algumas equipas em competições organizadas em Alijó, no Pavilhão Gimnodesportivo, e, por último Atletismo onde chegaram a existir na Freguesia vários atletas que, apesar de não pertencerem ou estarem filiados em clube algum, tiveram várias participações em algumas provas Distritais e Regionais, sem no entanto obterem grandes resultados.

Assim, não havendo nos dias de hoje, nenhum desporto  na Freguesia, existem no entanto os equipamentos que podem possibilitar a prática de alguns. Esses equipamentos são. UM(1) campo de futebol pelado mas com os respectivos balneários; um(1) polidesportivo a céu aberto que foi cedido ao Grupo Desportivo pela Junta de Freguesia; por fim, a sede desta mesma colectividade G.D.C.R.- que apesar de não estar equipada convenientemente para actividades desportivas, pode por ser bastante ampla,  possibilitar a prática de vários desportos, para além de já possuir mesas de Ténis de mesa e Bilhares.

Quero acrescentar, que o desporto, principalmente o futebol, era um factor de enorme orgulho destas gentes. É vê-los, com um exuberante brilho nos olhos, quanto relatam feitos e resultados de outrora.

Com que alegria nos narram, que foram Campeões sem derrotas do I.N.A .T.E.L. distrital. Julgo que o futebol, é um factor de fixação dos nativos desta aldeia, e, não entendo como foi possível o seu enterro (não consigo apelida-lo de outro nome).

Eu, José Nogueira dos Reis, fui co - fundador do «Centro Cultural e Recreativo» e co-fundador do actual «Grupo Desportivo Cultural e Recreativo»,Director desportivo atleta, sou natural e residente,   sei o sentir e o sofrer desta gente, pelo «enterro»(não posso apelidá-lo de outra coisa), do seu(deles e meu)querido e distrainte futebol. Pouco têm, os residentes desta aldeia, que lhe permita passar com o mínimo de alegria, os feriados e Domingos. Se não forem à «bola», só se forem emborrachar-se!!!

Não lhe destruam o pouco que têm, e, não abalem o seu orgulho. Por favor, dêem-lhe mais, não lhe extorquem o escasso que possuem. Contribuam para que eles se fixem no local onde nasceram, não provoquem a sua «Emigração», principalmente, se esta se escrever com E !!!

Nunca se esqueçam que cada emigrante é uma luz que se apaga na iluminação criadora de riqueza do seu país.     

.

Recreio -  É bastante intenso, quer praticado neste próprio local, quer procurado noutras paragens; esta gente trabalhadora, é também votada ao divertimento e ao «bom viver».

Lazer -  Sendo as férias uma preciosidade rara, só ao alcance de uns poucos,  não obstante o seu merecimento, é aos «Fins-de semana», que se torna mais acentuado, procurando essencialmente piscinas e rios, essencialmente no período de verão.

Tradições

Provérbios, cantares, cultos, lendas, etc. com tradição em todo o «Douro» e «Trás-os-Montes», têm também aqui forte tradição e significado.

Lendas

  Específica de StªEugénia Esta aldeia, tem um «Topónimo», e,  uma «Padroeira», distinta do topónimo, porquê?

Reza a lenda, que o topónimo, deriva do grego:

Santa Eugénia


EUGENIA

EugeneioV, eugeneia (eugéneios, eugéneia) es un adjetivo griego del que derivan los nombres de Eugenio y Eugenia, y significa bien nacido, bien nacida, de buen linaje, de buena índole, noble. Fue en griego y sigue siendo en sus traducciones, uno de los mejores elogios que se suelen hacer de una persona. Con él se expresan las cualidades innatas, las que forman parte de la naturaleza de cada uno, aquellas con las que ha nacido. El prefijo eu (eu) significa "bien", y geneioV (géneios) geneia (géneia) significa "engendrado, engendrada"; con lo que el significado primitivo de este nombre es "bien engendrada". Se utilizó mucho, no sólo en el griego clásico, sino también en la coiné como sobrenombre elogioso, designando especialmente la nobleza de espíritu, y de ahí pasó a convertirse en nombre propio cuya fuerza y belleza seduce a cuantos conocen su significado.

Santa Eugenia mártir de los primeros tiempos de la Iglesia. Su culto estuvo muy extendido desde los primeros siglos. La patrística cita el dístico que desde el siglo IV figuraba en la iglesia de san Avito: Eugeniae dudum toto celebérrima mundo / fama fuit, dum dat Christi pro nómine vita. (La fama de Eugenia fue célebre en todo el mundo porque dio la vida por el nombre de Cristo.) Con ser tan grande su celebridad, son escasos los datos biográficos que de ella se conservan. Cuenta la tradición que era Eugenia hija de Felipe, el prefecto de Alejandría que luego fue obispo de esta ciudad y sufrió el martirio. Cuenta asimismo que los santos Proto y Jacinto, que también sufrieron martirio, eran esclavos suyos. Fue ella misma quien les transmitió la fe en Cristo. También ella sufrió persecución y fue sometida a suplicio y muerte detrás de sus esclavos.

Las Eugenias celebran su onomástica el 11 de septiembre; pueden optar también por celebrarla el 3 de enero, en que se conmemora el martirio de santa Eugenia de África; o el 26 de marzo, conmemoración del martirio de santa Eugenia de Córdoba (Marmolejo), víctima de la persecución sarracena el año 923. En cuanto a la forma masculina de este nombre, ha sido también sumamente apreciada: dieciocho santos, entre ellos cuatro papas, lo llevaron. Se llamaron también Eugenio un emperador romano, siete reyes de Escocia y varios príncipes de casas europeas. Pero nadie como la emperatriz Eugenia dio lustre a este nombre. Nació en Granada (1826) y murió en Madrid en 1920. Vivió casi un siglo. Fue emperatriz de los franceses. Su apoyo al proyecto del canal de Suez fue decisivo.

Es el de Eugenia un nombre lleno de fuerza, que emana de su propio significado. Los nombres, como creían nuestros antepasados, tienen cada uno su propia virtud, y actúan como un talismán. El de Eugenia sabemos en qué dirección actúa: empuja a quienes lo llevan a ser coherentes con su nombre y a cultivar la nobleza de espíritu, la magnanimidad, la confianza en las propias fuerzas y toda la virtud que emana del mismo nombre; fuerza y virtud que han ido incrementando cada una de las grandes mujeres que lo han llevado. Por ello las Eugenias pueden legítimamente sentirse orgullosas de su nombre y llevarlo como salvaguarda de la nobleza de espíritu que con él pregonan. ¡Felicidades!

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E a Padroeira, de uma «Lenda»!!??

Diz-se , que «Santa Barbara», Padroeira desta freguesia, costumava ser,  injusta, brutalmente, e, mesmo «brutamente», castigada por seu pai; de tal forma que uma certa vez, ele se  dirigiu para a filha, com  o determinado propósito de a partir ao meio com um «machado». Deus, acudindo em defesa de StªBarbara, no momento preciso em que o pai de «Barbara», ia a desferir o mortal golpe, enviou um raio de trovão.«Barbara, apercebendo-se do acontecido, pediu a Deus que lhe perdoasse. Então, o raio, apenas desfez o machado em mil pedaços, poupando o «carrasco».A partir daí, «Barbara», passou a santa, e, foi-lhe facultado o poder sobre as trovoadas. Devido a tal facto, as gentes deste local, entregaram o seu coração a «Eugénia», dando-lhe o nome da sua morada; a sua protecção, a «Barbara», que segundo eles, ainda hoje os vigia e protege do alto do monte com o seu nome (Cabeço de Santa Barbara).

Artesanato

 Cestaria(Mestre,  senhor João Eiras); Tamancos ( Mestre, senhor José de Jesus Baptista) ;  Material utilizado: Pau de Amieiro e Castanho.

Brinquedos Tradicionais: A «Carroça»

Autor

José Nogueira dos Reis

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O Trabalho e a Personalidade