Reis
Nogueira Reis
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Interior da Igreja Matriz de Santa Eugénia.
igreja-intsantaeugenia.jpg
Construída em 1624

SENHORA DA PIEDADE
imagemsenhora.jpg
Um exemplo para qualquer mãe/Pai

Jose Nogueira Reis

Santa Eugénia

5070-411

Índice

   Informações profissionais

   Ligações favoritas

   Contactos

   Projectos actuais

   Informações pessoais

   Interesses pessoais

 

Informações profissionais

no TrabalhoCurso de Jovem Empresário Agrícola - Ministério da AgriculturaCurso de Aquisição de Competências Sócio - Profissionais (POEFDS ) - Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio - Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos para todas e quaisquer Repartições(como por ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor, apoio telefónico, contagem de tempo para ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de produtos agrícolas, de residência, de posse, de condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma espécie de "Loja do cidadão", mas, com um só "funcionário polivalente", um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe. Formação EspecíficaLeitor - CobradorTécnico - Classificador de VinhasAnimação - CulturalPromoção - CulturalLevantamento de Prédios RústicosRecenseamento Geral AgrícolaCensosPrevidência - Social, direitos, deveres, legislação e novos documentosImobiliáriaVindima, transporte, legislação e fiscalizaçãoFormação Autarca - Autarcas, Autarquias, Municípios e MunícipesFormação Autarca - Protecção CivilColóquios, Retiros e Fóruns 2 de 1 semana cada 1 - Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cri??b??

Habilitações Académicas

2º Ano do Curso Complementar

Português, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )

Formação Profissional

Curso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no Trabalho

Curso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da Agricultura

Curso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (POEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos para todas e quaisquer Repartições(como por ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor, apoio telefónico, contagem de tempo para ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de produtos agrícolas, de residência, de posse, de condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma espécie de «Loja do cidadão», mas, com um só «funcionário polivalente», um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe.

Formação Específica

Leitor Cobrador

Técnico Classificador de Vinhas

Animação Cultural

Promoção Cultural

Levantamento de Prédios Rústicos

Recenseamento Geral Agrícola

Censos

Previdência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentos

Imobiliária

Vindima, transporte, legislação e fiscalização

Formação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e Munícipes

Formação Autarca Protecção Civil

Colóquios, Retiros e Fóruns

2 de 1 semana cada 1 Seminário de Vila-Real(Padre Feitor Pinto ), incluía temas como: Historial do Cristianismo e das Religiões mais significativas; Cristianismo, outras religiões e liberdade de culto; Igreja e Estado; O cristão e a sociedade contemporânea; Paz, guerra, direitos universais do homem, Objectores de consciência , solidariedade e mecenato; Idealismo e Materialismo; Cristianismo e Marxismo.

Experiência Profissional

2002

Estágio na Junta de Freguesia de Santa Eugénia

2001

Censos

2000

Leitor de contadores eléctricos EDP(concelho de Alijó, Sabrosa e Murça )

1999

Escriturário Norte Frangos

1998

Vendedor Norte Frangos

1997

Vendedor Monteiro & Filhos

1996

Técnico Classificador de Vinhas (ENDEM, Instituto do vinho e da vinha )

1995

Promotor Cultural Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

1994

Técnico de Armazém (Exportação ) Moto Meter

1993

 Imobiliária -  ( Madrid )

1992

  Mordomo -  ( Madrid )

1991

Barman ( Madrid ); Censos

 

 

DE 1977 a 1992

Fui Empresário Agrícola, embora, por vezes, acumulasse com outras funções

1987

Recenseamento Geral Agrícola

DE 1984 a 1986

Mediador de Seguros Eagle Star

De 1979 a 1981

Educador de Adultos Ministério da Educação

1973

Levantamento de Propriedades Agrícolas Ministério das Finanças

DE 1972 a 1973

Escriturário Colégio Nossa Senhora da Boavista ( Vila Real )

De 1970 a 1972

Escriturário Casa do Povo de Santa Eugénia

 

 

Teatro Autor, Co encenador e Actor

Co Fundador do Centro Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Grupo Desportivo Cultural e Recreativo de StªEugénia

Co Fundador do Centro Social de StªEugénia

Direcção da Casa do Povo de StªEugénia

Assembleia                                  

Candidato a Assembleia de Freguesia

Candidato a Assembleia Municipal

Deputado da Assembleia Municipal

                                  de Freguesia

Militante de Partido Político

Sócio dos Bombeiros Voluntários de Alijó

                                  G.D.C.R.StªEugénia

                                  Cento Social    

Cooperador do Funcionário/Encarregado do Grémio dos Viniticultores

                                                                              dos CTT

                                  Estafeta dos CTT ( Carteiro )

Explicador

Participação em Torneios de Damas e Xadrez

Participação na 1ªVinord ( 3º Lugar Canções )

Participação no 1º FITEI ( Festival de Teatro de Expressão Ibérica )

Atleta de Futebol

Membro de Mesas da Assembleia de voto; Inclusive 16/12/2001 e 17/03/2002

Organização de várias excursões:

Santarém

Braga

Castelo Branco

Mirandela

Santiago de Compostela

Membro do Grupo Cristão «Oásis»

Delegado Político

Encontros de Municípios

Participei em várias iniciativas do INATEL

Co Fundador da Associação de ovinos e caprinos de Vila Real e Bragança

1968 Fundei e Redigi um jornal de turma (Gomes Teixeira)

1970 Co Fundador do Jornal menor, «O Plátano»

1974 - Participei Activamente nas campanhas de «Politização»

 

 

Cargo ou profissão

Administrativo

Principais responsabilidades

Toda a Parte Administrativa; Atendimento ao Público; Ensaios; Estudos; Levantamentos, etc.

Departamento ou grupo de trabalho

Junta de Freguesia de Santa Eugénia

 

 

Ligações favoritas

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Contactos

Endereço de correio electrónico

HipyReis@clix.pt

JNReis@clix.pt

Reis0@portugalmail.com

Jfregsteugenia.alj@clix.pt

JNogueiraReis@sapo.pt

Rnjosehotmail.com

Reis-nogueira@hotmail.com

santaeugenia@santaeugenia.zzn.com

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cafeareias@santaeugenia.zzn.com

 

Endereço na Web

Nogueirareis.tripod.com

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Juntafreguesia.tripod.com

 

Telefone do escritório

259646486

 

 

Projectos actuais

   Entrar para o curso de Sociologia

Entrar na Faculdade

O Mundo Rural

 

 

Informações pessoais

Jose Nogueira Reis

Data de Nascimento: 20/03/1953

Estado civil: Separado

Altura: 1.63

Cor dos olhos: Azul

Cor do cabelo: Preta

Cor da pele: Morena

 

 

 

 

Interesses pessoais

   Leitura

Teatro

Informática

Xadrez

Damas

Sexo

Divertimento

Sociabilização

 Escrever ensaios

Aprender a Pensar

 

 

 

Última revisão: Quarta-feira, 31 de Julho de 2002

 

José Nogueira dos Reis

Estudo da História

 Estudo da História A Estudante Jean Puy, Musée d'Art Moderne, Paris ·Noções gerais sobre metodologia e prática históricaoApontamentos. oFichas. oCitações. oCitações bibliográficas. oAbreviaturas oLeitura de textos. oElaboração de trabalhos curriculares. oNoções historiográficas básicas.·Evolução do conceito de históriaoMemória, mito e história. oHistória da historiografia. oA historiografia da antiguidade clássica. oA historiografia medieval. ·HeurísticaoImportância. oBusca bibliográfica. oSistemas de catalogação. oClassificação das fontes. oBusca das fontes.·Ciências auxiliares da históriaoNoções gerais. oPaleografia, Papirologia, Epigrafia e Codicologia. oDiplomática, Numismática, Cronologia e Esfragística. oHeráldica e Genealogia .·Crítica externa e crítica internaoCrítica externa. §Crítica de autenticidade. §Crítica de proveniência. §Crítica de reconstituição. oCrítica interna §Crítica de interpretação ou hermenêutica. §Crítica de autoridade. §Crítica do depoimento.·Síntese históricaoAs fases da síntese histórica. oClassificação dos factos e dados. oPreenchimento das lacunas. oSíntese propriamente dita. oEstabelecimento dos laços de casualidade. oQualidades e papel do historiador. oApresentação. |
Jean Puy, Musée d'Art Moderne, Paris

  • Noções gerais sobre metodologia e prática histórica
  • Evolução do conceito de história
    • Memória, mito e história.
    • História da historiografia.
    • A historiografia da antiguidade clássica.
    • A historiografia medieval.
  • Heurística
    • Importância.
    • Busca bibliográfica.
    • Sistemas de catalogação.
    • Classificação das fontes.
    • Busca das fontes.
  • Ciências auxiliares da história
  • Crítica externa e crítica interna
    • Crítica externa.
      • Crítica de autenticidade.
      • Crítica de proveniência.
      • Crítica de reconstituição.
    • Crítica interna
      • Crítica de interpretação ou hermenêutica.
      • Crítica de autoridade.
      • Crítica do depoimento.
  • Síntese histórica
    • As fases da síntese histórica.
    • Classificação dos factos e dados.
    • Preenchimento das lacunas.
    • Síntese propriamente dita.
    • Estabelecimento dos laços de casualidade.
    • Qualidades e papel do historiador.
    • Apresentação.

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| José Nogueira dos Reis|

 

José Nogueira dos Reis Heráldica

José Nogueira dos Reis - Heráldica heráldica e genealogia Ciências auxiliares da História. 4. Heráldica e Genealogia HERÁLDICA. Os brasões são símbolos permanentes de propriedade e reconhecimento de pessoas, entidades, cidades, países, etc. A regulamentação dos brasões esteve na Baixa Idade Média a cargo dos arautos ou heraldos; daí lhe veio o nome de heráldica. As armas ou brasões clássicos, correspondendo às armaduras da Idade Média, compõem-se de escudo e elmo. Adornam o escudo figuras heráldicas coloridas (formas heráldicas puramente geométricas ou - nas armas falantes - figuras concretas). Adornando o elmo encontram-se o paquife e o timbre, onde se podem repetir as figuras do escudo, e as fitas esvoaçam nas cores principais das armas em questão. O elmo pode eventualmente ser substituído pela coroa, pela mitra, ou pelo chapéu de prelado. As armas podem existir sem escudo nem elmo. O valor da heráldica para a História reside no facto de - com certa reserva - as armas representarem determinada qualidade, grau de parentesco ou participação de quem as usa em determinada ordem ou confraria, e permitirem a identificação de retratos, monumentos, fundações, campas, etc. Além deste valor histórico individual, os brasões têm igualmente importância para o estudo da simbólica e da história da arte. As armas e os símbolos que lhes correspondem não se confinam ao mundo anterior à revolução industrial; é ver, por exemplo, o pentagrama pintado em todas as viaturas militares, quer americanas quer soviéticas. De certo modo, as modernas marcas registadas traduzem, no mundo comerciai uma nova heráldica; há para elas registo idêntico ao que houve para os antigos brasões e também gozam de protecção legal. A importância da heráldica moderna revela-se sobretudo no estudo das bandeiras e dos brasões dos novos estados. A combinação dos símbolos e das cores assenta por vezes em tradições antiquíssimas, frequentemente em mera arbitrariedade moderna. GENEALOGIA. É "a ciência das relações de parentesco entre os homens" (Fob

heráldica e genealogia

Ciências auxiliares da História.

 

4. Heráldica e Genealogia

 

HERÁLDICA.

Os brasões são símbolos permanentes de propriedade e reconhecimento de pessoas, entidades, cidades, países, etc. A regulamentação dos brasões esteve na Baixa Idade Média a cargo dos arautos ou heraldos; daí lhe veio o nome de heráldica.

As armas ou brasões clássicos, correspondendo às armaduras da Idade Média, compõem-se de escudo e elmo. Adornam o escudo figuras heráldicas coloridas (formas heráldicas puramente geométricas ou - nas armas falantes - figuras concretas). Adornando o elmo encontram-se o paquife e o timbre, onde se podem repetir as figuras do escudo, e as fitas esvoaçam nas cores principais das armas

em questão. O elmo pode eventualmente ser substituído pela coroa, pela mitra, ou pelo chapéu de prelado. As armas podem existir sem escudo nem elmo.

O valor da heráldica para a História reside no facto de - com certa reserva - as armas representarem determinada qualidade, grau de parentesco ou participação de quem as usa em determinada ordem ou confraria, e permitirem a identificação de retratos, monumentos, fundações, campas, etc. Além deste valor histórico individual, os brasões têm igualmente importância para o estudo da simbólica e da história da arte.

As armas e os símbolos que lhes correspondem não se confinam ao mundo anterior à revolução industrial; é ver, por exemplo, o pentagrama pintado em todas as viaturas militares, quer americanas quer soviéticas. De certo modo, as modernas marcas registadas traduzem, no mundo comerciai uma nova heráldica; há para elas registo idêntico ao que houve para os antigos brasões e também gozam de protecção legal. A importância da heráldica moderna revela-se sobretudo no estudo das bandeiras e dos brasões dos novos estados. A combinação dos símbolos e das cores assenta por vezes em tradições antiquíssimas, frequentemente em mera arbitrariedade moderna.

 

GENEALOGIA.

É «a ciência das relações de parentesco entre os homens» (Forst de Battaglia). Tendo como finalidade a prova de heranças e de direitos de hereditariedade, remonta a tempos muito antigos; como ciência metodicamente organizada, foi criada por J. G. Gatterer (1727-99) e O. Lorenz (1832-1904) cuja «teoria das gerações» como «sistema natural de períodos históricos» não encontrou aliás eco no seu tempo. As relações de parentesco podem ser expostas por formas diversas: quadro de antepassados, que, partindo de determinado individuo, começam por lhe referir os pais, em seguida os pais dos pais, etc.; quadro de descendência, que, partindo de um individuo, lhe apresentam os filhos, depois os filhos dos filhos, etc.; quadro genealógico, isto é, a descendência limitada aos portadores do mesmo nome, ou seja excluindo a descendência por parte das filhas do quadro de descendência; quadro de parentesco, que, de determinado aspecto, faz escolha a partir dos quadros acima referidos.

Na prática é raro a genealogia limitar-se à pesquisa de simples relações de parentesco (Inicio do Novo Testamento: «Abraão gerou Isaac Isaac gerou Jacob...»), abrangendo também informações pessoais (prosopografia, biografia), referindo datas, itinerários e anedotas. Quando, em vez de se limitar ao parentesco de família, se debruça sobre círculos mais amplos (aldeias, cidades, países, grupos de emigração) a genealogia alarga-se em demografia, dificilmente se separando da História em geral, tornando-se então evidente até que ponto a genealogia e os acontecimentos de carácter pessoal constituem   a par do registo de direitos - uma das bases da historiografia.

 


História
Enciclopédia Meridiano // Fischer, vol. 3
págs. 60, 61 e 67.

José nogueira dos reis