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Passe as Férias com que sempre sonhou!!!
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Turismo Rural

Fonte de Baixo/Mergulho
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Deixada pelos povos romanos

Tão pura é água, como inocentes e puros são os
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Naturais desta freguesia.

CRUZEIRO.O Espirito de um Povo.
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Aqui é um dos mais antigos salões de Reunião

José Nogueira dos Reis - Informações profissionais Habilitações Académicas 2º Ano do Curso ComplementarPortuguês, exame ADOC (Faculdade de Letras no Porto )Formação ProfissionalCurso de Primeiros socorros Secretaria de Estado da Segurança Social e Prevenção no TrabalhoCurso de Jovem Empresário Agrícola Ministério da AgriculturaCurso de Aquisição de Competências Sócio Profissionais (POEFDS ) Sendo constituído por duas partes: Uma de Formação teórica com duração de 492horas, estando incluídas 120horas de informática, ministradas pelo Exmº Doutor António Mansilha; e a outra, de Formação Prática com duração de 168horas, correspondendo a um estágio, na entidade Junta de Freguesia Stª. Eugénia, que se está a prolongar desde Janeiro até à data. Exercendo as Funções de Toda a Parte Administrativa, Atendimento ao Público, ensaios, debates, levantamentos Sócio Culturais, Patrimoniais, Históricos, Estudos, Planos e Objectivos, requerimentos para todas e quaisquer Repartições(como por ex.: Pedidos de Licença de plantio, reconstituições, certidões de teor, apoio telefónico, contagem de tempo para ex-combatentes, subsídios agrícolas, declaração de transporte de produtos agrícolas, de residência, de posse, de condição económica, de vida, etc. etc.), buscas na Internet. Uma espécie de «Loja do cidadão», mas, com um só «funcionário polivalente», um verdadeiro gabinete de apoio ao munícipe.Formação EspecíficaLeitor CobradorTécnico Classificador de VinhasAnimação CulturalPromoção CulturalLevantamento de Prédios RústicosRecenseamento Geral AgrícolaCensosPrevidência Social, direitos, deveres, legislação e novos documentosImobiliáriaVindima, transporte, legislação e fiscalizaçãoFormação Autarca Autarcas, Autarquias, Municípios e MunícipesFormação Autarca Protecção CivilColóquios, Retiros e Fóruns2 de 1 semana cada 1 Seminário d..b..

Prédio Urbano Declaração de Consentimento de Venda Compra e Venda com Reserva de Propriedade Compra e Venda com Cláusula de Preferência Vendas a Prestações Compra e Venda e Locação Fianceira Contrato de Sociedade Constituição de Sociedade Anónima Constituição de Sociedade por Quotas Constituição de Sociedade em Nome Colectivo Constituição de Sociedade em Comandita Aumento de Capital Aumento de Capital e Entrada de Novos Sócios Aumento de Capital por Incorporação de Reserva e em Numerário Transformação de Sociedade por quotas em Anónima e Aumento de Capital Dissolução Cessão de Quotas Cessão de Quotas e Alteração ao Pacto de Sociedade Fundo de Pensões Agência Distribuição Consórcio Trespasse de Estabelecimento Comercial Cessão de Exploração Cessão de Créditos Empréstimo Arrendamento Urbano Contrato de Arrendamento Habitacional Arrendamento Habitacional de Duração Limitada Arrendamento Comercial Arrendamento Rural Subarrendamento Doação Doação por Conta da Legítima e com Reserva de Usufruto Doação por Força da Quota Disponível e com Condição Dispensa de Colação Permuta Usufruto Compra e Venda de Usufruto Renúncia ao Usufruto Servidão Constituição de Propriedade Horizontal Estatutos de Condomínio Prestação de Serviços Contrato de Prestação de Serviços Empreitada Contrato de Trabalho Contrato de Trabalho a Termo Certo Contrato de Trabalho a Termo Incerto Contrato de Trabalho Sem Termo Formação Profissional Contrato de Edição ou de Publicação Contrato de Fornecimento de Equipamento Informático e Assistência e Manutenção Técnica b

 

    

 
      
     
     
 


Comissão de Festas de Santa Eugénia - 2002

Torneio de Futebol de 5

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Torneio Realizado pela Comissão de Festas de Santa Eugénia, do Ano 2002

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José Nogueira dos Reis

 História Ciências auxiliares da História. 2. Paleografia, Papirologia, Epigrafia e Codicologia PALEOGRAFIA.A paleografia é a ciência das antigas escritas, da sua forma, decifração e toda a sua estrutura. Os primeiros escritos surgiram cerca de 3000 a C., tanto na Mesopotâmia como no vale do Nilo. Nas escritas primitivas os caracteres correspondiam a palavras, sílabas ou consoantes; aos Fenícios se deve a primeira escrita alfabética, que os Gregos aperfeiçoaram incluindo-lhe vogais. Os alfabetos gregos constituíram os padrões de base para as escritas bizantina e cirílica (búlgara, sérvia e nissa) na Europa Oriental, e na Europa Ocidental para a escrita latina, donde, por sua vez, derivam todas as escritas ocidentais até à actualidade. Dos alfabetos puramente consonânticos derivaram a escrita árabe e a escrita hebraica. Exigências de organização científica determinam disciplinas especializadas para as escritas orientais; para o historiador europeu apenas interessam no estudo das fontes as paleografias latina, grega, árabe e hebraica. O desenvolvimento das diversas formas da escrita latina (entre elas a gótica) deixa entrever mútua influência das escritas librária e corrente. As escritas librárias (corresponde-lhes desde o começo dos tempos modernos a escrita impressa) devem ser quanto possível agradáveis à vista, regulares e facilmente legíveis; na escrita corrente, ou cursiva, adaptada ao uso quotidiano, importa principalmente uma forma rápida e cómoda (na escrita impressa o cursivo aparece em itálico - antiqua). As ligaduras ou nexos (linhas de ligação entre as letras) e as abreviaturas encontram-se mais frequentemente, como é natural, nas escritas cursivas. Maiúsculas chamam-se as escritas com letras da mesma altura (traçáveis entre duas linhas paralelas). Minúsculas são as escritas cujas letras apresentam por vezes traços que vão acima ou abaixo das duas linhas (traçáveis entre quatro linhas paralelas). O facto de os humanistas italianos terem dado à minúscula carolina o sobrenome de "antiqua"b

 

História

Ciências auxiliares da História.

 

2. Paleografia, Papirologia, Epigrafia e Codicologia

 

PALEOGRAFIA.

A paleografia é a ciência das antigas escritas, da sua forma, decifração e toda a sua estrutura. Os primeiros escritos surgiram cerca de 3000 a C., tanto na Mesopotâmia como no vale do Nilo. Nas escritas primitivas os caracteres correspondiam a palavras, sílabas ou consoantes; aos Fenícios se deve a primeira escrita alfabética, que os Gregos aperfeiçoaram incluindo-lhe vogais. Os alfabetos gregos constituíram os padrões de base para as escritas bizantina e cirílica (búlgara, sérvia e nissa) na Europa Oriental, e na Europa Ocidental para a escrita latina, donde, por sua vez, derivam todas as escritas ocidentais até à actualidade. Dos alfabetos puramente consonânticos derivaram a escrita árabe e a escrita hebraica.

Exigências de organização científica determinam disciplinas especializadas para as escritas orientais; para o historiador europeu apenas interessam no estudo das fontes as paleografias latina, grega, árabe e hebraica.

O desenvolvimento das diversas formas da escrita latina (entre elas a gótica) deixa entrever mútua influência das escritas librária e corrente. As escritas librárias (corresponde-lhes desde o começo dos tempos modernos a escrita impressa) devem ser quanto possível agradáveis à vista, regulares e facilmente legíveis; na escrita corrente, ou cursiva, adaptada ao uso quotidiano, importa principalmente uma forma rápida e cómoda (na escrita impressa o cursivo aparece em itálico - antiqua). As ligaduras ou nexos (linhas de ligação entre as letras) e as abreviaturas encontram-se mais frequentemente, como é natural, nas escritas cursivas.

Maiúsculas chamam-se as escritas com letras da mesma altura (traçáveis entre duas linhas paralelas). Minúsculas são as escritas cujas letras apresentam por vezes traços que vão acima ou abaixo das duas linhas (traçáveis entre quatro linhas paralelas).

O facto de os humanistas italianos terem dado à minúscula carolina o sobrenome de «antiqua» resultou do desejo de regressar à escrita romana e do erro de julgar que nessa letra se tinha escrito a maioria dos textos romanos que chegou até nós. A letra «antiqua» foi, nos séculos que se seguiram, adoptada em todos os países da Europa Ocidental (o último, a Alemanha, em 1942) e é actualmente a escrita mais divulgada no mundo. (As formas «góticas» ou «alemãs» da escrita latina prevalecem na escrita decorativa).

Como material suporte da escrita, o papel só é conhecido na Europa a partir do século XIII. Ao longo de processo lento que se estendeu até à actualidade foi substituindo o antigo pergaminho; Por sua vez este desalojara o papiro desde o inicio da Alta Idade Média, determinando simultaneamente o abandono dos rolos (de papiro) em favor dos códices encadernados (de pergaminho e depois de papel) até à forma de livro que usamos hoje.

 

PAPIROLOGIA.

O papiro foi no antigo mundo mediterrâneo o material de escrita mais utilizado, datando os últimos papiros conhecidos do século X. Extraído da medula da planta do papiro, cultivada principalmente no Egipto, nele se escrevia com tinta e cálamo (pena de junco). Infelizmente os papiros depressa se estragam; os que chegaram até nós provêm sobretudo do solo árido do Egipto. O estudo particular dos papiros levou no século XIX à formação da Papirologia como disciplina independente, que não se limita, no entanto, à conservação e leitura dos papiros, mas também à sua interpretação.

 

EPIGRAFIA.

Em todas as épocas se utilizaram também para suporte da escrita matérias sólidas como a madeira, a pedra e o metal. As inscrições não propriamente escritas, mas incisas ou gravadas, constituem o objecto da epigrafia. Esta ciência alcançou lugar de particular relevo principalmente no estudo da Antiguidade (sobretudo greco-latina). A epigrafia tem reunido vasto material de fontes, não só para a história social, económica e administrativa, mas também para determinadas fases da história política sobre as quais a historiografia antiga nada nos diz. Novas descobertas a cada passo vão alargando essas fontes, que um trabalho minucioso de interpretação torna extraordinariamente úteis. Reúnem-se desde o Humanismo Ciríaco de Ancona (1391-1450) foi chamado o Pai da Epigrafia inscrições antigas; a sua publicação sistemática em grandes «corpora» começou no século XIX com A. Boeckh (1785-1867), Th. Mommsen (1817-1901) e outros. No que respeita à Idade Média, a epigrafia está ainda nos começos e quanto aos tempos modernos podemos dizer que mal se esboça

 

CODICOLOGIA (BIBLIOLOGIA).

É, em correspondência com a papirologia e a epigrafia, o conceito que abrange a ciência dos documentos manuscritos ou impressos, tanto de pergaminho como de papel, encadernados em livro (códice).


História
Enciclopédia Meridiano // Fischer, vol. 3
págs. 56 a 58

José Nogueira dos Reis

 

 
 
José nogueira dos reis [Hit Counter] conferências
                                    de paz Nesta guerra, que tantas mortes trouxe para todos os países envolvidos nela, também se fizeram conferências de paz,
                                    ou se preferirem, acordos de paz e, no caso da ONU, criaram-se organizações internacionais. De todas as organizações criadas
                                    e conferências de paz feitas, aqui só se encontram aquelas que foram mais importantes e que tiveram um maior significado para
                                    assegurar a segurança e paz mundial. CONFERÊNCIA DE YALTA Conferência que, antes do fim da Segunda Guerra Mundial, reuniu
                                    Winston Churchill, Roosevelt e Estaline em Yalta, de 4 a 11 de Fevereiro de 1945, a fim de resolver os problemas postos pela
                                    derrota então já certa dos alemães. Roosevelt, já muito doente e preocupado com a Organização das Nações Unidas, queria obter
                                    de Estaline a promessa de uma intervenção contra o Japão. Em troca dessa promessa, o leste europeu (e em particular a Polónia)
                                    permaneceu na zona de influência da URSS, que obteve além disso a restituição dos territórios tomados pelo Japão à Rússia
                                    em 1905. Churchill, que não partilhava desse ponto de vista, teve de ceder, mas conseguiu, sobretudo, que algum tempo mais
                                    tarde a França participasse na ocupação da Alemanha, ganhando alguns benefícios com isso. CONFERÊNCIA DE POTSDAM Conferência
                                    que reuniu em Potsdam, de 17 de Julho a 2 de Agosto de 1945, Estaline e Molotov pela URSS, Truman (substituindo o presidente
                                    Roosevelt, morto em 12 de Abril) e Byrnes pelos EUA, Churchill e Eden, depois Attlee e Bevin pela Grã-Bretanha. Foram aí solucionados
                                    diversos problemas levados pela capitulação alemã: preparação dos tratados confiada aos quatro ministros das Relações Exteriores
                                    (URSS, EUA, Grã-Bretanha e França), ocupação militar e controlo económico, desarmamento e libertação da frota, desnazificação
                                    e julgamento dos criminosos de guerra, partilha da Prússia Oriental entre a URSS e a Polónia, etc. Finalmente, pela Declaração
                                    de Potsdam (26 de Julho), a URSS associava-se aos anglo-americanos para exigir do Japão uma capitulação incondicional. 
                                    
      ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU) 

                                      Organismo internacional instituído com o propósito de manter a paz e a cooperação entre as nações, criada a 24 de Outubro
                                    de 1945 e sediada em Nova Iorque. A sua eficácia não depende dos seus próprios recursos, mas sim da cooperação permanente
                                    de todos os seus membros. A Organização é em grande parte o instrumento das grandes potências mundiais. Tal foi também o caso
                                    da Sociedade das Nações, mas hoje existem menos grandes potências que depois da I Guerra Mundial. Os Estados Unidos, as Comunidades
                                    de Estados Independentes, o Reino Unido e a França, considera-se que possuem uma maior preponderância que as demais nações,
                                    e isto como consequência de aparecerem de 1945 como principais vencedores da Segunda Guerra Mundial; por conseguinte, a Carta
                                    das Nações Unidas reserva a estes cinco Estados a condição de membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização
                                    e atribuir-lhes, de facto, um direito de veto nas decisões do mesmo. Mas na Assembleia Geral, onde cada nação tem voto igual,
                                    as pequenas potências desempenham importantes incumbências. As Nações Unidas reconhecem que a proscrição da guerra implica
                                    a "criação" da paz, mediante a melhoria das condições sociais e económicas e a "conservação" dessa mesma paz, por meio de
                                    um instrumento poderoso. Guiadas por este princípio dual, as Nações Unidas, estabeleceram a chamada "Carta das Nações Unidas"
                                    (assinada em S. Francisco, em 2 de Junho de 1945), que tem como objectivo o fomento da colaboração internacional para a solução
                                    dos problemas económicos, sociais, educativos e sanitários e a manutenção da paz e segurança sancionados os agressores e solucionando
                                    os conflitos por meios pacíficos. A Sociedade das Nações, perseguiu igualmente o duplo propósito de fomentar a cooperação
                                    como solução para os problemas internacionais e conseguir a segurança e paz mundiais, mas não conseguiu, visto que, em 1939,
                                    a Alemanha quebra esse "pacto". Assim sendo, a Organização das Nações Unidas difere da Sociedade das Nações (para que não
                                    se repita o mesmo) nos seguintes quatro pontos: 
   1º - Em vez de estabelecer
                                    uma organização internacional, sem organismos específicos, criada de improviso, como foi o procedimento seguido na constituição
                                    da Sociedade das Nações, a Organização das Nações Unidas é o resultado de uma lenta evolução e de uma paulatina aproximação
                                    fragmentária aos problemas do pós-guerra, que resultou na criação de uma série de organismos internacionais com missões específicas.
                                    Ao contrário da Sociedade das Nações, a Organização das Nações Unidas foi projectada no pleno apogeu da guerra e a Carta foi
                                    resultado de longas deliberações e negociações, em que intervieram também as pequenas potências. Além disso, a Organização
                                    das Nações Unidas seguiu a política de estabelecer por antecipação organizações específicas para a solução dos diversos problemas
                                    como, por exemplo, os relacionados com a alimentação, higiene, aviação, finanças, educação e muitos outros. 
  2º - Perante o fracasso da Sociedade das Nações, atribuído por numerosos estadistas e peritos em relações
                                    internacionais à incapacidade que demonstrou esse organismo para aplicar sanções rápidas e eficazes a Organização das Nações
                                    Unidas foi dotada de um poder especial que lhe permite deter a agressão, no devido uso da força armada. Tal poder aparece
                                    implícito na própria denominação do "Conselho de Segurança". O Comité do Estado Maior Militar, os contingentes nacionais de
                                    forças armadas e a Comissão de Energia Atómica, operam sob os auspícios do Conselho com o objectivo de fortalecer a sua eficácia
                                    na aplicação de sanções rápidas. A Sociedade das Nações não teve à sua disposição organismo semelhante, capaz de levar a efeito
                                    acções militares. 
  3º - O esforço pela paz subsequente à Primeira Guerra Mundial,
                                    foi dominado por uma concepção estática, que confiava a sua manutenção ao traçado de linhas fronteiriças correctas e ao estabelecimento
                                    de uma organização internacional. Dava-
                                    -se como certo que a paz existia e que essa paz podia ser mantida pela Sociedade das Nações. Não se teve em conta que já se
                                    vivia um grave estado de emergência, que requeria a acção internacional. Embora a Sociedade das Nações reconhecesse a existência
                                    de problemas de tipo social e económico, e dispusesse de certos organismos para a sua resolução, não se atribuiu suficiente
                                    importância à gravidade que apresentavam tais problemas e limitou-se o raio de acção desses organismos. Pelo contrário, a
                                    Organização das Nações Unidas baseia-se num reconhecimento mais explícito de que não é meramente um organismo limitado a suprimir
                                    a guerra, mas também uma organização atenta a prover os meios que conduzam à eliminação das suas causas. Acentua a importância
                                    de todos os problemas sociais e económicos e dispões de numerosos organismos facultados para se enfrentar com tais problemas.
                                    O Conselho Económico-Social coordena as actividades de várias organizações, que tratam os problemas internacionais susceptíveis
                                    de originar inquietação, fricção e descontentamento entre os povos. A jurisdição deste Conselho foi limitada pelas propostas
                                    de Dumbarton Oaks, mas os seus poderes foram aplicados na Conferência de São Francisco. Ao seu campo de acção foram incorporados
                                    problemas como o desemprego maciço e as barreiras comerciais. 
  4º - A Sociedade
                                    das Nações integrou os tratados de paz de Versalhes, Neully, Trianon e Saint Germain en Laye, que puseram termo à Primeira
                                    Guerra Mundial. A combinação de uma organização em prol da paz com os acordos estipulados com nações antes inimigas, constituiu
                                    logo à partida um grave obstáculo ao bom funcionamento da Sociedade das Nações. Baseando-se na experiência dos erros anteriores,
                                    os artífices da Organização das Nações Unidas dissociaram-na de todo o tratado de paz. 
                                     
 

 José Nogueira dosReis - A "Análise Social" iniciou a sua publicação em 1963 como revista trimestral do então Gabinete de Investigações Sociais do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. Era sua proposta, como se pode ler na apresentação do primeiro número, "servir a sociedade e a cultura portuguesas, através da Universidade". Ao longo dos mais de 30 anos da sua existência conheceu quatro séries distintas.
A primeira série, que vai desde 1963 a 1970 (do n.º 1 ao n.º 32), corresponde à fase em que a revista se preocupa dominantemente com a problemática do desenvolvimento económico-social e da modernização da sociedade portuguesa ao serviço dos quais se pretende pôr o contributo das modernas ciências sociais. Nesse sentido, assumiram particular importância os números especiais sobre os "Aspectos sociais do desenvolvimento económico em Portugal" (n.ºs 7-8 de 1964), sobre "A Universidade na vida portuguesa" (n.ºs 20-21 e 22-23-24 de 1968) e sobre "O Desenvolvimento em Portugal: Aspectos sociais e institucionais" (n.ºs 27-28 de 1969). A revista teve como director nesta primeira fase José Pires Cardoso e já como principal animador Adérito Sedas Nunes, contando no seu primeiro corpo redactorial os nomes mais assíduos de Raúl Silva Pereira, Mário Pinto, Alfredo de Sousa, Mário Murteira, Manuela Silva, Nuno Portas, João Cruzeiro, A. Trigo de Abreu, José Carlos Ferreira de Almeida e Mário Cardoso dos Santos, a que se vieram juntar, no final da década, os de Maria de Lourdes Lima dos Santos, Víctor Matias Ferreira, Eduarda Cruzeiro, David Miranda, Marinho Antunes, Joaquim Aguiar e José Manuel Rolo. Nos começos da década de 70, a Análise Social passa a acentuar a dimensão crítica do desenvolvimento e a análise das razões e das raízes do seu bloqueamento, sendo essa porventura a mais marcante característica da sua segunda série, iniciada em 1972 com o nº 33, e que termina em 1981 com o nº 69. A atenção da revista desloca-se inicialmente para os problemas epistemológicos e metodológicos, como o atesta a publicação de um número especial dedicado às "Novas fronteiras da metodologia sociológica" (n.ºs 35-36 de 1972), e posteriormente para a história mais recente de Portugal (Liberalismo, Primeira República e Estado Novo), de que os números especiais sobre "O século XIX em Portugal" (n.ºs 61-62 de 1980), sobre "O Movimento Operário em Portugal" (n.ºs 67-68-69 de 1981) e sobre "A Formação de Portugal Contemporâneo" (publicados em 19b

A "Análise Social" iniciou a sua publicação em 1963 como revista trimestral do então Gabinete de Investigações Sociais do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras. Era sua proposta, como se pode ler na apresentação do primeiro número, «servir a sociedade e a cultura portuguesas, através da Universidade».

Ao longo dos mais de 30 anos da sua existência conheceu quatro séries distintas.

A primeira série, que vai desde 1963 a 1970 (do n.º 1 ao n.º 32), corresponde à fase em que a revista se preocupa dominantemente com a problemática do desenvolvimento económico-social e da modernização da sociedade portuguesa ao serviço dos quais se pretende pôr o contributo das modernas ciências sociais. Nesse sentido, assumiram particular importância os números especiais sobre os «Aspectos sociais do desenvolvimento económico em Portugal» (n.ºs 7-8 de 1964), sobre «A Universidade na vida portuguesa» (n.ºs 20-21 e 22-23-24 de 1968) e sobre «O Desenvolvimento em Portugal: Aspectos sociais e institucionais» (n.ºs 27-28 de 1969).

A revista teve como director nesta primeira fase José Pires Cardoso e já como principal animador Adérito Sedas Nunes, contando no seu primeiro corpo redactorial os nomes mais assíduos de Raúl Silva Pereira, Mário Pinto, Alfredo de Sousa, Mário Murteira, Manuela Silva, Nuno Portas, João Cruzeiro, A. Trigo de Abreu, José Carlos Ferreira de Almeida e Mário Cardoso dos Santos, a que se vieram juntar, no final da década, os de Maria de Lourdes Lima dos Santos, Víctor Matias Ferreira, Eduarda Cruzeiro, David Miranda, Marinho Antunes, Joaquim Aguiar e José Manuel Rolo.

Nos começos da década de 70, a Análise Social passa a acentuar a dimensão crítica do desenvolvimento e a análise das razões e das raízes do seu bloqueamento, sendo essa porventura a mais marcante característica da sua segunda série, iniciada em 1972 com o nº 33, e que termina em 1981 com o nº 69. A atenção da revista desloca-se inicialmente para os problemas epistemológicos e metodológicos, como o atesta a publicação de um número especial dedicado às «Novas fronteiras da metodologia sociológica» (n.ºs 35-36 de 1972), e posteriormente para a história mais recente de Portugal (Liberalismo, Primeira República e Estado Novo), de que os números especiais sobre «O século XIX em Portugal» (n.ºs 61-62 de 1980), sobre «O Movimento Operário em Portugal» (n.ºs 67-68-69 de 1981) e sobre «A Formação de Portugal Contemporâneo» (publicados em 1982 e 1983, com os n,ºs 72-73-74 e 77-78-79) são a expressão mais saliente.

A direcção da revista é nesta segunda fase directamente assumida por A. Sedas Nunes (primeiro como seu sub-director, em 1972, e logo depois como director, a partir de 1973). A redacção, que passa a dotar-se de um Secretariado, é alargada com a entrada de Teixeira de Sousa, Eduardo de Freitas, João Ferreira de Almeida, José Madureira Pinto, Maria Filomena Mónica, Marinús Pires de Lima, Sérgio Lopes e Vasco Pulido Valente, e modifica-se, após o 25 de Abril de 1974, com a saída de Alfredo de Sousa, Mário Pinto e Víctor Matias Ferreira e com a entrada de M. Villaverde Cabral, Manuel de Lucena, José Barreto e Fátima Patriarca. A este grupo se vêm juntar, já nos últimos anos da década, Jaime Reis, António Barreto, Manuel Braga da Cruz, Luís Salgado de Matos e Miguel Esteves Cardoso.

Com a institucionalização do GIS e a sua transformação no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa em 1982, a Análise Social inicia a sua terceira série, no n.º 70. Trata-se mais de uma «transformação fundamental no estatuto do organismo de que Análise Social tem sido principal veículo de expressão», como se diz na abertura desse número, do que propriamente de uma alteração de orientação. Em todo o caso a revista foi-se abrindo, ao longo dos anos 80, a novos contributos científicos, (designadamente de antropologia social, de psicologia social, etc.) por um lado, e a temáticas de maior actualidade, por outro lado. Exemplos de um e de outro aspecto são, respectivamente, o alargamento crescente do corpo redactorial (em 1982 surgem Ana Nunes de Almeida, Edgar Rocha, Fátima Bonifácio e J. M. Nazareth; em 1984, Aida Valadas de Lima, Machado Pais, João B. Serra, J. M. Sobral, Maria Beatriz Rocha Trindade e João de Pina Cabral; em 1985, Jorge Vala) e a publicação dos números especiais sobre «Mudança Social no Portugal de Hoje» (n.ºs 87-88-89 de 1985) e sobre «Mulheres em Portugal» (n.ºs 92-93 de 1986).

O nº 100 da revista, assinalou em 1988 os 25 anos da sua existência, tendo Adérito Sedas Nunes publicado nesse número um importante ensaio de história da revista e das ciências sociais por ela desenvolvidas em Portugal.

Em 1991, depois da aprovação da Lei de Autonomia Universitária, o ICS passou a ter novos Estatutos e a Análise Social nova direcção, sendo Adérito Sedas Nunes substituído por Manuel Braga da Cruz, que já desempenhava as funções de sub-director desde 1987.

Nos últimos anos tem continuado a revista a mesma linha editorial de abertura às várias ciências sociais e de tratamento em números especiais de temáticas particulares, como sucedeu com os números dedicados à história económica contemporânea, à história das elites e à integração europeia de Portugal, que tiveram grande sucesso. E em termos de público tem procurado continuar a ser, não apenas uma revista académica e científica, em permuta com mais de centena e meia de revistas congéneres, e com larga difusão nacional e internacional, mas também uma revista de cultura, lida e assinada não só por cientistas sociais mas também por quantos se interessam pela evolução da sociedade portuguesa e pela sua história.


 

A partir de 1998, a direcção da revista é de António Barreto e o Conselho de Redacção é composto por Fátima Patriarca, Karin Wall, Luis Salgado de Matos, Maria de Fátima Bonifácio e Pedro Lains. A edição e produção estão ao cuidado de Clara Cabral. No seu número 150, a revista divulgou os índices completos de todos os artigos publicados desde o início da sua existência.

Em 2000, foram publicados vários números especiais ou temáticos, nomeadamente o nº 154-155, consagrado ao tema "Portugal político - 25 anos depois". Em 2001, foi a vez de dois números especiais: "História política" (nº 157) e "Biografia" (nº 160). A secção de livros tem vindo a desenvolver-se significativamente, incluindo agora inúmeros ensaios e recensões. Actualmente, é também possível encontrar na Internet todos o índices da revista, assim como os adequados mecanismos de procura por autor e temas. Poderá ainda ler integralmente as recensões de livros publicadas nos últimos anos. É possível consultar listas completas de colaboradores e de "referees". Finalmente, dentro de pouco tempo, será possível consultar também os resumos dos artigos em português, francês e inglês.